Apesar de valores baixos, operação que prendeu Deolane foi baseada em dados do Coaf
Investigação indica que há cerca de R$ 27 milhões sem origem que passaram pela conta da influenciadora
São Paulo|Do Estadão Conteúdo
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Apesar de a exigência para as instituições financeiras ser de informar o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) apenas depósitos, saques e transações em papel-moeda a partir de R$ 10 mil, a operação feita pelo Ministério Público e a Polícia Civil na manhã desta quinta-feira (21) foi baseada em constantes movimentações com um volume menor.
A polícia esteve na casa da influenciadora Deolane Bezerra, em Barueri (SP), fazendo busca e apreensão com a suspeita de que ela é um potencial elo de lavagem de dinheiro do crime organizado. Ela foi presa.
O piso de R$ 10 mil determinado pelo Coaf tem como objetivo monitorar atividades suspeitas. Ciente da exigência, pessoas que tentam fraudar o sistema passaram a realizar depósitos e retiradas.
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Conforme fontes que acompanham o caso, a operação foi baseada em Relatórios de Inteligência Financeira (RIFs), que são documentos do conselho usados justamente para subsidiar investigações de crimes como o de lavagem de dinheiro.
Ao que tudo indica, há cerca de R$ 27 milhões sem origem que passaram pela conta da influenciadora.
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