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Cantareira registra nova queda e nível chega a 20%

Comitê anticrise rejeita plano da Sabesp de usar o Sistema por mais cinco meses 

São Paulo|Do R7

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O nível de água armazenada no Sistema Cantareira voltou a recuar 0,2 ponto percentual nesta quinta-feira (3) e chegou aos 20%, de acordo com dados da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo). No mesmo período do ano passado, o nível de água era de 56,6%.

Outras duas represas também registraram queda. O Sistema Alto Tietê passou de 25,5% para 25,3%. O Sistema Guarapiranga caiu de 71,2% para 70,9%.


O mês de junho foi o mês mais seco do principal manancial paulista em 84 anos de medição, superando maio deste ano. Dados do comitê anticrise que monitora a estiagem local mostram que a vazão afluente — volume de água que chega aos reservatórios — foi de apenas 6,6 mil litros por segundo, 46% inferior à mínima histórica para este mês, registrada em 2000: 14,3 mil litros por segundo.

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A situação é consequência direta do baixo índice pluviométrico na região. Entretanto, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), disse na última terça-feira (1º), que já esperava a queda no nível de armazenamento do Sistema Cantareira em junho e negou que o Estado contasse com a chuva acima da média no mês passado, a exemplo do que ocorreu em 2013.

Nesta quinta-feira, o comitê anticrise que monitora o Sistema Cantareira rejeitou, pela segunda vez, o plano de contingência apresentado pela Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) para operar o manancial pelos próximos cinco meses. Ao mesmo tempo, os órgãos reguladores decidiram reduzir em 8,4% a vazão máxima que a empresa pode retirar das represas para abastecer, hoje, cerca de 7,3 milhões de habitantes da Grande São Paulo.

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