São Paulo Casa noturna tem 72 horas para esclarecer agressão de mulher 

Casa noturna tem 72 horas para esclarecer agressão de mulher 

Procon-SP quer saber o passo a passo do que ocorreu envolvendo a suposta agressão e se os seguranças recebem algum tipo de treinamento nesses casos

Vendedora é agredida em casa noturna da zona oeste de São Paulo

Vendedora é agredida em casa noturna da zona oeste de São Paulo

Reprodução Record TV

A Fundação Procon-SP, vinculada à Secretaria da Justiça e Cidadania, notificou na segunda-feira (12) a casa noturna Villa Country, localizada na avenida Francisco Matarazzo, na Água Branca, zona oeste de São Paulo, para esclarecer o caso da vendedora Tatiany Arci, de 31 anos, que relata ter sido agredida dentro do estabelecimento no domingo (4).

A mulher informou que na madrugada de domingo sofreu agressões e socos de pessoas que não conseguiu identificar. Segundo ela, nenhum segurança teria intercedido e oferecido socorro. 

O estabelecimento terá 72 horas para esclarecer os procedimentos adotados quanto ao episódio: se o serviço de segurança é próprio ou terceirizado; no caso de ser terceirizado, qual a empresa e critérios para contratação; qual a política interna de treinamento dos funcionários e prestadores de serviço quanto aos direitos e garantias dos consumidores.

De acordo com o Procon, o Código de Defesa do Consumidor estabelece que "a Política Nacional das Relações de Consumo tem por objetivo o atendimento das necessidades dos consumidores, o respeito à sua dignidade, saúde e segurança, a proteção de seus interesses econômicos, a melhoria de sua qualidade de vida, bem como a transparência e harmonia das relações de consumo."