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Caso Zacarias: família reconhece blusa e aliança usadas pela vítima, e corpo passa por exames no IML

O corpo de um homem foi encontrado em estado avançado de decomposição em um sítio, na zona sul da capital, na sexta-feira

São Paulo|Do R7, com informações de Tatiane de Jesus da Record TV

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Corpo de um homem foi encontrado em um poço
Corpo de um homem foi encontrado em um poço

A família do caseiro Zacarias de Lima Santos, de 63 anos, desaparecido desde o fim de maio, afirma ter reconhecido o corpo do homem que foi encontrado, na tarde de sexta-feira (30), na zona sul de São Paulo.

De acordo com a polícia, o corpo foi encontrado dentro de um poço com 10 m de profundidade no sítio, ao lado da represa de Guarapiranga, onde o caseiro trabalhou cerca de 20 anos. 


À Record TV, o advogado Roberto Guastelli disse que a família reconheceu a blusa e a aliança de Zacarias. O homem encontrado morto também apresentava um afundamento no crânio, que o caseiro tinha em razão de um acidente. 

Como o corpo está em estado avançado de decomposição e sem digitais, ele está passando por exames necroscópicos no IML (Instituto Médico-Legal) Oeste desde sexta-feira. Ainda não se efetuou o reconhecimento oficial nem se descobriu a causa da morte. 


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Segundo o boletim de ocorrência, o caseiro desapareceu no fim de maio. A família de Zacarias costumava receber visitas dele às segundas, quartas e sextas-feiras, sempre de bicicleta. Depois de dez dias sem receber notícias, o filho de Zacarias decidiu procurá-lo no sítio onde o pai trabalhava.

Lá foi recebido pela proprietária do local. No interior da residência dele foram encontrados mantimentos e roupas. Na beira da represa de Guarapiranga, havia algumas garrafas de bebidas alcoólicas. 


Um colega de trabalho do caseiro, Edvaldo, o descreveu para a polícia, durante as investigações, como um homem mulherengo. Ele ainda apresentou duas versões sobre o desaparecimento. Na primeira, Zacarias teria deixado o portão da chácara aberto e saído para comprar pão, a pé.

Na segunda, Edvaldo disse que chegou ao sítio às 7h para trabalhar e ficou cerca de 30 minutos à espera do caseiro. Quando o portão foi aberto, o desaparecido estava na companhia de uma mulher misteriosa.

Entretanto, os proprietários de comércios e bares que o caseiro frequentava afirmaram que ele parecia não ter amizade com os colegas de trabalho, era bem discreto e vivia sozinho. A família também confirmou esse perfil.

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