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Chefe da SSP-SP lamenta ameaças à equipe da Record: 'Vamos apurar'

Secretário da segurança pública diz que conduta de delegado em cobertura jornalística na zona sul de SP será averiguada pela Corregedoria da Polícia Civil

São Paulo|Do R7, com informações da Record TV

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Secretário da segurança disse que Corregedoria da Polícia Civil apura o caso
Secretário da segurança disse que Corregedoria da Polícia Civil apura o caso

O secretário da Segurança Pública de São Paulo, general João Camilo Pires de Campos, lamentou, nesta sexta-feira (13), o episódio em que uma equipe da Record TV foi ameaçada de prisão pelo delegado plantonista do 36º DP (Paraíso) Renne Muller da Cruz durante a cobertura jornalística do encontro de seis ossadas no terreno de uma obra no bairro, na zona sul de São Paulo. O chefe da pasta garantiu que o caso já está sendo apurado pela Corregedoria da Polícia Civil. 

Leia mais: Equipe da Record TV é intimidada por delegado da Polícia Civil de SP


"Inicialmente, lamento profundamente qualquer desencontro de ideias, de posturas. E lamento que tenha chegado ao ponto que chegou. O que já está feito pelo nosso delegado-geral de Polícia Civil: acionou a Corregedoria para que identifique o que houve e tome as providências. Vamos deixar que a Corregedoria, que existe para isso, tome as providências dela", frisou.

O general João Camilo Pires de Campos disse também que não conversou sobre o ocorrido com o governador do Estado, João Doria, mas acredita que o chefe do Executivo paulista está ciente da intimidação sofrida pelo repórter Bernardo Armani e o restante da equipe do programa Cidade Alerta. "Não tratei esse tema com ele, mas o governador é muito bem informado de tudo o que ocorre com a sua equipe. Lamento profundamente e vamos apurar", complementou.


O caso

A Polícia Civil investiga o encontro de seis ossadas durante escavações em um terreno onde está sendo construído um empreendimento imobiliário. Uma das hipóteses aventadas pelos policiais é que vítimas de homicídios estariam sendo enterrada no local. Os ossos apresentavam orifícios, aparentemente provocados por disparos de arma de fogo.


Segundo moradores, antes funcionaria uma escola infantil no local. A presença da polícia chamou a atenção da vizinhança. Diante disso, a equipe se deslocou para apurar a história, quando foi interpelada pelo delegado Renne Muller Cruz. O policial pediu a documentação de todos e ameaçou a equipe de prisão por supostamente ter feito imagens dele sem a devida autorização.

Palavra do governador

Em nota, o governo de São Paulo destacou que "ao tomar conhecimento do fato, o governador João Doria determinou, imediatamenete, que a corre da policia civil apure o fato com rapidez".

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