São Paulo Chefe de facção criminosa levava vida de luxo no litoral de SP

Chefe de facção criminosa levava vida de luxo no litoral de SP

Acusado de tráfico de drogas usava mansão para promover festas, além de colecionar carros e relógios caros, entre outros itens

  • São Paulo | Do R7, com informações da Record TV

Mansão de traficante tinha geladeira encapada com pôster de "O Poderoso Chefão"

Mansão de traficante tinha geladeira encapada com pôster de "O Poderoso Chefão"

Reprodução/Record TV

Apontado como chefe de uma facção criminosa, Fernando Almeida de Lima, conhecido como Peu, foi preso pela Polícia Civil, nesta semana, em uma mansão no Guarujá, na Baixada Santista, no litoral de São Paulo, nesta semana, levava uma vida de ostentação com o dinheiro do tráfico de drogas. Ele responderá a inquérito por tráfico de drogas e organização criminosa. As informações são da Record TV.

A residência era mantida pelo acusado apenas para promover festas. Na casa, os investigadores encontraram vários artigos de luxo, como joias, relógios, carros e equipamentos eletrônicos. A polícia encontrou no local cerca de 1 kg de ouro, avaliado em R$ 200 mil. Celulares e um HD de computador também foram apreendidos.

A polícia já havia identificado outros cinco imóveis em nome do acusado, que também é investigado por tráfico de drogas. "Veículos avaliados em R$ 300 mil, R$ 400 mil reais, casas de milhões. Ele acreditava que não seria preso porque não tinha drogas em casa", revelou o delegado de polícia Bruno Mateo Lázaro, responsável pela investigação.

Fernando Almeida de Lima, conhecido como Peo, preso na Baixada Santista

Fernando Almeida de Lima, conhecido como Peo, preso na Baixada Santista

Reprodução/Record TV

Segundo os policiais, o acusado disse para o juiz que todo o patrimônio foi conquistado com a venda de perfumes. "Eu gostaria que ele me mostrasse como se consegue comercializando perfutmes ter um rendimento de R$ 300 mil", completou o delegado.

Duas semanas antes da prisão, Fernando — que também havia comprado um time de futebol na região onde atuava — se envolveu em confusão com a polícia. Ele teria reagido à prisão e, mesmo algemado, conseguido fugir. Na ocasião, o primo foi baleado e morreu.

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