Logo R7.com
RecordPlus

CPI tem que ser cuidadosa para lidar com denúncia contra professor da UFSCar, diz presidente

Ex-aluna acusou o então orientador de assédio sexual durante audiência na Alesp

São Paulo|Do R7

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window
Trabalhos da CPI dos Trotes terminam no dia 10 de março
Trabalhos da CPI dos Trotes terminam no dia 10 de março

O presidente da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) dos Trotes na Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo), deputado Adriano Diogo (PT), disse que quer ouvir o professor da UFSCar acusado de assédio sexual por sua ex-orientanda, mas não sabe se haverá tempo hábil para convidá-lo. Os trabalhos da comissão se encerram no dia 10 de março.

— O mínimo que tenho que fazer é escutar o professor, só não sei se vai dar tempo. Esse é um novo caso que chegou à CPI, porque é um caso de uma pessoa formada que depende do orientador, da pessoa mais velha, para seguir na academia. Precisamos ser muito cuidadosos.


Também presente na audiência em que a pesquisadora Thais Santos Moya, de 31 anos, fez a denúncia e membro da CPI, a deputada Sarah Munhoz (PCdoB) diz que “o caso mostra que a violência e o assédio na universidade estão presentes na entrada dos alunos na faculdade até o nível mais alto de formação”.

— A ideia é que o caso seja agora encaminhado ao Ministério Público, depois de passar pela CPI. O MP (Ministério Público) deve avaliar o tema em todas as suas instâncias de educação e ciência para que sejam tomadas providências que garantam os direitos humanos em sua essência. 

Leia mais notícias de São Paulo 

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.