Logo R7.com
RecordPlus

Debate no Sesc discute feminilidade e masculinidade negra

Evento acontece hoje (25) e amanhã (26) com mesas sobre violência, afeto e maternidade 

São Paulo|Juca Guimarães, do R7

  • Google News

O Centro de Formação e Pesquisa do Sesc São Paulo, na Bela Vista, recebe durante dois dias um ciclo de debates sobre a feminilidade e a masculinidade negra. 

O evento, nesta quinta (25) e amanhã (26), traz um conjunto de investigações teórico-políticas sobre o assunto, abrindo espaço para o diálogo sobre e entre esses grupos sociais.


A ideia dos debates que acontecerão nesses dois dias é apresentar pesquisas acadêmicas, debates políticos, teorias sociais e psicológicas contemporâneas, a partir da articulação analítica complexa entre gênero e raça, além de classe, sexualidade, geração e região.

Essas categorias possibilitam a identificação de aspectos individuais, coletivos e processos sócio-históricos que influenciam a experiência de ser mulher negra e homem negro, assim como suas relações.


A primeira mesa, que começa às 10h desta quinta tem a participação da psicóloga Clélia Prestes, para falar sobre feminilidade negra. A partir das 13h30, o antropólogo Alan Ribeiro fala sobre masculinidade negra. No final do primeiro dia, Gislene Aparecida dos Santos e Osmundo Pinho falam sobre afetivdade. 

Na sexta-feira, os temas serão: Maternidade e Paternidade (com Elisabete Figueroa e Benedito Medrado), Violência (com Andréia Beatriz e Deivison Nkosi Faustino) e termina com um debate e uma avaliação geral ( com Clélia Prestes e Deivison Nkosi Faustino).


O Centro de Pesquisa e Formação do Sesc fica na rua Dr. Plínio Barreto, 285, Bela Vista, 4º andar. Os ingressos custam R$ 18 (para quem tem carteirinha do Sesc), R$ 30 para pessoas com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e e professor da rede pública (com comprovante) e R$ 60 a inteira. 

Confira os currículos dos palestrantes: 


Clélia Prestes

Psicóloga do Instituo AMMA Psique e Negritude, doutoranda e mestre em Psicologia Social pela USP (pesquisa resiliência em mulheres negras) e especialista em Psicologia Clínica Psicanalítica pela UEL.

Alan Ribeiro

Antropólogo, mestre em Ciências Sociais pela UFPA doutor em Sociologia da Educação pela USP, Prof. do Instituto de Ciências da Educação, UFOPA. Estuda masculinidades, raça, classe e desempenho educacional em Belém e em São Paulo.

Osmundo Pinho

Antropólogo e doutor em Ciências Sociais pela UNICAMP. É professor no Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais e no Mestrado Profissional em História da África, da Diáspora e dos Povos Indígenas na UFRBA, e no Programa de Pós-graduação em Estudos Étnicos e Africanos da UFBA.

Elisabete Figueroa

Doutora em Psicologia pela UFSCar. É professora doutora da Universidade do Sagrado Coração (USC). Tem experiência de pesquisa com jovens negros e em comunidades periféricas no Brasil e exterior.

Benedito Medrado

Doutor em Psicologia Social pela PUC/SP. Docente da UFPE. Coordena o Programa de Pós-graduação em Psicologia da UFPE e o Núcleo Feminista de Pesquisas em Gênero e Masculinidades - GEMA/UFPE.

Andréia Beatriz

Integra a equipe de articulação da campanha Reaja ou será morto.

Deivison Nkosi Faustino

Integrante do Grupo Kilombagem e do Instituto Amma Psique e Negritude. É doutor em sociologia e professor do Eixo Ser Humano e sua Inserção Social, da UNIFESP onde desenvolve pesquisas sobre relações raciais e produção intelectual de autores negrxs.

Gislene Aparecida dos Santos

Professora da Universidade de São Paulo (USP) atuando nas áreas estudos críticos e culturais do direito, direitos humanos, estudos pós-coloniais, fundamentos do multiculturalismo, discriminação racial e racismo. É pesquisadora do GEPPIS (EACH-USP) e do Diversitas (FFLCH-USP).

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.