Desaparecido em desabamento é localizado vivo em Minas Gerais
Homem dado como desaparecido nos escombros de prédio foi localizado em cidade da região metropolitana de Belo Horizonte
São Paulo|Márcio Neves, do R7

Um homem que constava na lista de desaparecidos nos escombros do prédio Wilton Paes de Almeida, no Largo do Paissandu, foi encontrado vivo, nesta quarta-feira (9), em uma cidade na região metropolitana de Belo Horizonte (MG).
Foi a família que informou à Polícia que Artur Hector de Paula, de 46 anos, está bem. A tia dele, Irani de Paula, havia registrado na segunda-feira (7), um boletim de ocorrência para informar o desaparecimento.
No entanto, a própria tia procurou a Polícia Civil nesta quarta-feira (9) para informar que o homem havia sido localizado.
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Com a confirmação de que Artur está vivo, o Corpo de Bombeiros busca seis pessoas, oficialmente, que estão desaparecidas nos escombros do prédio que pegou fogo e desabou na madrugada do dia 1º de maio.
Com a exclusão do seu nome da lista de desaparecidos, o número de pessoas buscadas nos escombros caiu para seis.
1 - Selma Almeida da Silva
2 - Welder - de 9 anos, filho de Selma
3 - Wender - de 9 anos, filho de Selma
4 - Eva Barbosa - 42 anos
5 - Valmir Souza - 47 anos
6- Francisco Lemos Dantas, 56 anos - morador do 8º andar - reclamado por Marlene Ribeiro - ex-cunhada
Na manhã desta quarta-feira (9), o Corpo de Bombeiros informou que foi localizado novos fragmentos de um corpo nos escombros. Segundo o capitão Palumbo, foram encontrados ossos da pélvis e vértebras. Os fragmentos foram recolhidos e encaminhados para o Núcleo de Antropologia, que irá realizar o exame de identificação humana.
Minha missão era fotografar o incêndio no edifício do Largo Paissandu. Pego meu equipamento e chego na avenida Rio Branco, onde há uma barreira policial para evitar o acesso de curiosos e proteger o local. Procuro um lugar para ter a dimensão do que es...
Minha missão era fotografar o incêndio no edifício do Largo Paissandu. Pego meu equipamento e chego na avenida Rio Branco, onde há uma barreira policial para evitar o acesso de curiosos e proteger o local. Procuro um lugar para ter a dimensão do que está acontecendo e acabo no topo de um prédio para fazer a primeira foto desta galeria


























