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Empresa de ônibus investigada por elo com o PCC mantém operações, diz Nunes

Eventuais decisões sobre intervenção ou rompimento de contrato dependerão da notificação oficial e da análise jurídica do caso

São Paulo|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Prefeitura de São Paulo garantiu que os ônibus da Transunião continuarão operando normalmente, apesar da Operação Última Parada.
  • A operação investiga a infiltração do PCC no transporte público e é conduzida pelo Gaeco e pelo Deic.
  • A investigação foca em esquemas de lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio através de empresas de ônibus.
  • Medidas futuras, como intervenção ou rompimento de contrato, dependerão de notificações oficiais e análise jurídica.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Prefeito Ricardo Nunes
Ricardo Nunes afirmou que a administração está acompanhando o caso Roberto Sungi/Estadão Conteúdo - 01.06.2026

A Prefeitura de São Paulo afirmou que a operação dos ônibus da empresa Transunião seguirá normalmente mesmo após a deflagração da Operação Última Parada, que investiga a infiltração do PCC (Primeiro Comando da Capital) no sistema de transporte público da capital.

De acordo com o prefeito Ricardo Nunes (MDB), a administração acompanha o caso e garantiu a manutenção do serviço.


“Estamos acompanhando o desdobramento da operação ao mesmo tempo em que temos toda a atenção para que o serviço funcione plenamente, o que tem ocorrido normalmente desde as primeiras horas da manhã”, disse.

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A ação é conduzida pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), do Ministério Público de São Paulo, e pelo Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais), da Polícia Civil.


A investigação mira supostos esquemas de lavagem de dinheiro e uso de empresas de ônibus para ocultação de patrimônio, além do cumprimento de mandados de prisão e busca em diferentes cidades do estado.

Nunes também citou que a Prefeitura já adotou medidas em situações semelhantes envolvendo outras empresas do setor e não descartou novas ações caso haja determinação dos órgãos competentes.


Segundo ele, eventuais decisões sobre intervenção ou rompimento de contrato dependerão da notificação oficial e da análise jurídica do caso.

Em nota, a SMT (Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte) e a SPTrans reforçaram que a operação da Transunião segue sem interrupções e que a frota continua atendendo normalmente as linhas sob responsabilidade da empresa.


A gestão municipal destacou ainda que aguarda notificação oficial da decisão judicial para avaliar seus termos e adotar as providências necessárias.

A Operação Última Parada também prevê bloqueio de bens e afastamento de dirigentes da empresa, mas a Prefeitura afirma que, até o momento, não houve alteração na operação do sistema de transporte.

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