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Empresário acusado de mandar matar chefe do PCC é alvo de atentado em São Paulo

Vinícius Gritzbach é investigado como participante de uma guerra dentro da facção. Ele teria virado inimigo dos criminosos após supostamente desviar dinheiro do crime

São Paulo|Do R7, com informações do Balanço Geral

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Vinícius Gritzbach, investigado como participante de guerra dentro do PCC
Vinícius Gritzbach, investigado como participante de guerra dentro do PCC Reprodução/Record TV

O empresário Vinícius Gritzbach, acusado de ter mandado matar um dos líderes do PCC (Primeiro Comando da Capital), foi alvo de um atentado na noite de Natal, em São Paulo.

Ele estava em seu apartamento no Jardim Anália Franco, na zona leste, e foi até a sacada para fazer uma imagem da lua em seu celular, quando um tiro foi disparado em direção ao imóvel e quebrou a janela. Os estilhaços deixaram o empresário ferido.


A ação é investigada pela polícia de São Paulo, que procura imagens de câmeras de segurança.

De acordo com a polícia paulista, ele é considerado o mandante do assassinato de Anselmo Becheli Santa Fausta, conhecido como "Cara Preta", o principal chefe da facção criminosa que atua dentro e fora dos presídios paulistas, e de Antonio Corona, o "Sem Sangue", que era motorista e braço direito dele.


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Vinícius Gritzbach teria sido aliado dos criminosos e atuado na lavagem de dinheiro - crime pelo qual responde. Ele teria entrado na mira dos traficantes após supostamente desviar dinheiro da facção. 

Gritzbach foi preso em um condomínio de luxo na Bahia em 2 de fevereiro e transferido para São Paulo. Desde junho, responde ao duplo homicídio em liberdade e não pode deixar o país. Após a soltura, chegou a ser sequestrado e a ficar duas horas na mão dos algozes, o que teria sido uma ameaça. 

Os assassinatos de Santa Fausta e Sem Sangue ocorreram há exatos dois anos, no dia 27 de dezembro de 2021.

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