Logo R7.com
RecordPlus

Esquartejado de Higienópolis: amante diz que morte foi acidente e revela que usou "faquinha" para cortar corpo

Polícia realizou reconstituição do crime que contou com a participação das três detidas

São Paulo|Da Rede Record

  • Google News
Trio foi preso após polícia analisar imagens de câmeras de segurança da região onde partes do corpo da vítima estavam
Trio foi preso após polícia analisar imagens de câmeras de segurança da região onde partes do corpo da vítima estavam

A Polícia Civil de São Paulo realizou uma reconstituição da morte do motorista de ônibus Álvaro Pedroso, de 55 anos. Partes do corpo da vítima foram espalhadas em Higienópolis e na praça da Sé, na região central da cidade. Três prostitutas estão presas desde o fim de junho e nesta semana foram denunciadas pelo Ministério Público pelo assassinato. Uma das mulheres era amante da vítima. O trio confessou o crime.

A reconstituição aconteceu no prédio onde o motorista foi morto, no centro de São Paulo. A prostituta Marlene Gomes, de 56 anos, mostrou como matou e esquartejou Pedroso. Marlene era amante do motorista e disse que decidiu matá-lo porque ele queria terminar o relacionamento. Segundo ela, tudo aconteceu durante uma briga e a morte de Pedroso foi um acidente. 


Marlene declarou à polícia, durante a reconstituição, que Pedroso tentou agredi-la. Para se defender, ela o empurrou e o motorista teria morrido com a queda. Na sequência, sem encontrar uma faca em sua gaveta, Marlene usou uma "faquinha" da vítima para esquartejá-lo. 

Laudo confirma que corpo esquartejado em Higienópolis é de motorista


Esquartejado de Higienópolis: suspeita diz que motorista era violento e amante planejou morte

Apesar de Marlene negar que tenha premeditado o crime, para o Ministério Público ela teve a ajuda de duas amigas, que também participaram da reconstituição. Os promotores pediram a conversão da prisão temporária delas em preventiva, para que fiquem detidas até o julgamento.

O motorista foi morto após desaparecer, no dia 22 de março. No dia 23, partes do corpo começaram a ser encontradas em Higienópolis, bairro nobre da capital. Alguns dias depois, a cabeça da vítima foi achada na praça da Sé, no centro da cidade. A família reconheceu o motorista a partir de fotos criadas por um programa de computador que reproduziram o rosto do homem encontrado. As mulheres foram presas depois que a polícia analisou as imagens de câmeras de segurança que mostraram as três passando pela área onde os pedaços do corpo foram achados.

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.