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Feira da Madrugada ainda não tem data para reabrir

Reabertura estava prevista para terça, prefeitura diz que falta concluir de 10 a 15% das obras

São Paulo|Do R7

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Previsão da prefeitura era que os comerciantes já pudessem voltar a trabalhar a partir de terça-feira, mas portões não foram abertos
Previsão da prefeitura era que os comerciantes já pudessem voltar a trabalhar a partir de terça-feira, mas portões não foram abertos Daia Oliver

Com reabertura planejada para a terça-feira (15), a Feira da Madrugada, no Brás, zona leste de São Paulo, ainda continua em obras. Segundo balanço da Siurb (Secretaria de Infraestrutura e Obras), falta concluir de 10 a 15% do cronograma de reforma. Por enquanto, foram criadas rotas de fuga e houve a substituição de materiais inflamáveis em quatro mil boxes, que agora têm paredes corta-fogo.

A revisão da infraestrutura elétrica e hidráulica também está finalizada, segundo a pasta. Após o término da obra, o espaço passará por vistoria dos bombeiros e só depois será liberado.


Os comerciantes que tiverem permissão para trabalhar no local terão de pagar R$ 910 para cobrir despesas diversas, como luz e água. A prefeitura não especificou se o valor será desembolsado mensalmente ou anualmente.

Prefeitura não cumpre prazo de entrega das obras da Feira da Madrugada


O prazo para que os interessados dessem entrada no pedido de TPU (Termo de Permissão de Uso) terminou há uma semana. Agora, os que se inscreveram terão que aguardar a publicação da lista no Diário Oficial.

Feira fechada


Alegando risco de incêndio e necessidade de uma reforma, a Prefeitura de São Paulo havia determinado o fechamento da Feirinha no final de abrile os comerciantes tinham até o dia 8 de maio para retirar as mercadorias. Um dia antes do prazo, a liminar do juiz Giuzio Neto permitiu que a Feira continuasse funcionando normalmente. Segundo ele, as reformas prioritárias de segurança podiam ser feitas com o comércio em operação.

No dia 10 de maio, uma nova vistoria do Corpo de Bombeiros foi feita a pedido do próprio juiz. Com base no laudo, a prefeitura recorreu da decisão, pedindo novamente o fechamento da Feirinha.

A suspensão da liminar do juiz da primeira instância foi dada pelo presidente do tribunal, Newton De Lucca. Ele tomou como base o relatório do Corpo de Bombeiros que demonstrou a necessidade de reformas urgentes para a prevenção de incêndios.

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