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Fila para pré-escola acabou, diz Prefeitura de São Paulo

Secretário municipal de Educação informa que foram criadas 10.548 vagas em cinco meses

São Paulo|Do R7

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A secretaria está preparando um plano de obras para a construção de novas escolas de educação infantil
A secretaria está preparando um plano de obras para a construção de novas escolas de educação infantil

Com auditoria na oferta de vagas, mudança do limite de distância para as matrículas e readequação de espaços pedagógicos, a prefeitura afirma ter conseguido zerar a fila na cidade de São Paulo para a pré-escola, que atende as crianças de 4 e 5 anos. Segundo o secretário municipal de Educação, Alexandre Schneider, com as três medidas foram criadas 10.548 vagas nos últimos cinco meses.

Em 33 das 558 escolas da rede municipal, salas de informática e de leitura, brinquedoteca e espaços multiúso foram transformados e resultaram na abertura de 74 turmas de pré-escola, com 2.077 novas vagas. A secretaria também fez uma auditoria nas vagas disponíveis das escolas e ajustou o sistema de localização das famílias e, com isso, garantiu a criação de mais 7.599 vagas. Outras 872 crianças foram matriculadas em escolas que ficam a mais de 2 quilômetros de distância de suas casas e passaram a receber o transporte escolar.


"Fizemos um trabalho de formiguinha para conseguir matricular todas as crianças. Agora, temos só 40 na fila de espera. Mas esse é um número flutuante, como ocorre no ensino fundamental", disse Schneider.

Salas cheias


Das 7.000 turmas de pré-escola da rede, 77 estão com mais alunos do que prevê a norma municipal — ampliada na gestão Haddad para 35 por sala. Segundo a secretaria, 75 turmas têm 36 crianças e duas, 37. Parâmetros de qualidade do MEC (Ministério da Educação) indicam limite de 20 alunos.

Schneider afirmou que a secretaria está preparando um plano de obras para a construção de novas escolas de educação infantil nas áreas com maior demanda. A pasta está avaliando o número de unidades a serem construídas e em quais regiões da cidade.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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