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Governo de SP fechará estabelecimentos suspeitos de vender bebidas adulteradas

Até o momento, foram registradas três mortes decorrentes da intoxicação por metanol no Estado de São Paulo

São Paulo|Do R7 e Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Governo de São Paulo interditará estabelecimentos suspeitos de vender bebidas adulteradas.
  • Três mortes por intoxicação já foram registradas no estado.
  • Governador Tarcísio de Freitas descarta envolvimento do crime organizado nos casos.
  • Polícia Federal abriu inquérito para investigar a contaminação com metanol e possíveis distribuições para outros estados.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Estado de São Paulo já registrou três mortes ligadas a intoxicação por metanol Tânia Rêgo/Agência Brasil/Arquivo

O governo de São Paulo (SP) vai interditar os estabelecimentos suspeitos de vender bebidas adulteradas. A medida é cautelar e foi anunciada nesta terça-feira (30), pelo governador Tarcísio de Freitas (Republicanos). Até agora, três mortes decorrentes de intoxicação foram registradas no Estado de São Paulo.

Em coletiva de imprensa no início da tarde, o governador descartou o envolvimento do PCC com os casos.


“Muito tem se especulado sobre participação do crime organizado. Não há evidências de participação do crime organizado. Pessoas que trabalham nas destilarias investigadas não tem ligação com o crime e não têm ligação entre si”, disse ele.

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O governador destacou ainda que o problema é “estrutural, não só de São Paulo, mas do Brasil. É um problema de saúde Pública”.


Dentre as ações imediatas também está a criação do governo gabinete de crise, com Saúde e Segurança Pública e Interdição.

PF abre investigação

Mais cedo, o governo federal anunciou que a Polícia Federal abriu inquérito para investigar a contaminação de bebidas alcoólicas com metanol.


O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, afirmou que pediu a abertura do inquérito após indícios de que haja distribuição de bebidas contaminadas para outros Estados do País.

“No momento, (as ocorrências) estão concentradas em São Paulo, mas tudo indica que há distribuição para além do Estado de São Paulo e, portanto, por ser ocorrência que transcende o limite de um Estado atrai a competência da Polícia Federal”, disse o ministro.

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