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Grávida obesa encontra dificuldade para dar à luz em SP

Maternidade declarou que não possui maca especializada para fazer o procedimento

São Paulo|Do R7, com Fala Brasil

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Mulher grávida só conseguiu ser transferida depois de três dias
Mulher grávida só conseguiu ser transferida depois de três dias

Uma grávida obesa encontrou dificuldade no momento de dar à luz em um hospital-maternidade da zona leste de São Paulo.

A manicure, de 25 anos, pesa 184 kg e estava grávida de nove meses. Por causa do peso, a pressão arterial da jovem subiu, chegando a 20x12. Segundo o marido, a mulher sentia dores na nuca e formigamento nas pernas.


Durante o pré-natal, os médicos atestaram que a gestação era de alto risco. Ela foi diagnosticada com um distúrbio que afeta todo o organismo da grávida e reduz o fluxo de sangue para a placenta, o que faz ser perigoso para o bebê e para a saúde da mãe. Nesse caso, a recomendação é fazer uma cesária o mais rápido possível. Mas não foi o que aconteceu com a gestante.

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A família alega que o local não tem infraestrutura para fazer o procedimento, já que não conta com agulha, UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e maca. Por conta disso, os parentes solicitaram transferência da mulher, que ocorreu só três dias depois. A gestante foi encaminhada para a Santa Casa.

O Hospital-Maternidade Leonor Mendes de Barros, em nota, desmentiu que o caso da grávida fosse grave. A instituição alegou que o parto não foi feito pela falta de uma maca especial necessária ao peso da paciente. O documento traz ainda a informação que a maternidade esperou providências do Mãe Paulistana, um programa de saúde para gestantes da Prefeitura de São Paulo. Como nada foi feito, o hospital teve de acionar o serviço de remoção do Estado.

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