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Harpia nasce ‘de cesárea’ após três dias presa ao ovo em zoo de São Paulo

Nascimento inusitado acontece após dificuldades durante a eclosão; ave passou por 54 dias de incubação artificial

São Paulo|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Um filhote de harpia nasceu no Zoológico de São Paulo após intervenção de uma bióloga, que ajudou a ave a sair do ovo após três dias sem sucesso.
  • O filhote passou por 54 dias de incubação artificial e necessitou de uma "cesárea" para romper a casca do ovo e nascer.
  • Após o nascimento, o filhote, pesando 78,6 gramas, recebeu cuidados na Unidade de Tratamento Animal, onde ficará por cerca de um mês.
  • A harpia é uma das maiores aves de rapina do mundo e, embora ainda classificada como Vulnerável, saiu da lista nacional brasileira de animais ameaçados de extinção.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Ave precisou de intervenção após três dias sem conseguir romper a casca do ovo Divulgação/Zoológico de SP

Um filhote de harpia nasceu no Zoológico de São Paulo depois que uma bióloga precisou ajudá-lo a sair do ovo. A ave passou por 54 dias de incubação artificial e, mesmo após começar a eclosão, não conseguia romper a casca sozinha.

A equipe acompanhou o processo durante três dias até perceber que o filhote estava ficando mais fraco. Fernanda Guida, bióloga-chefe do setor de aves, então retirou cuidadosamente parte da casca e da membrana interna para permitir o nascimento. O procedimento foi chamado de “cesárea” pelos profissionais do zoológico.


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Com apenas 78,6 gramas, o filhote recebeu os primeiros cuidados e foi levado para a Unidade de Tratamento Animal. Ele ficará no local por cerca de um mês, em um ambiente com temperatura controlada, enquanto é acompanhado pela equipe. A primeira alimentação ocorreu cerca de 15 horas depois do nascimento.

A harpia está entre as maiores aves de rapina do mundo e pode chegar a dois metros de envergadura. A espécie se alimenta principalmente de mamíferos, como preguiças e primatas. Embora ainda seja classificada como Vulnerável pela IUCN, deixou neste ano a lista nacional brasileira de animais ameaçados de extinção.

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