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Homem diz que mãe morta pediu ajuda em sonho, viola túmulo e é preso em SP

Polícia descobriu que o túmulo violado não era da mãe do suspeito, que foi preso após retirar uma ossada de um cemitério

São Paulo|Helena Osagie, da Agência RECORD

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Homem foi preso em Poá, SP, após violar sepultura e retirar ossada de cemitério.
  • Suspeito afirmou ter agido após sonhar com a mãe falecida pedindo ajuda.
  • Túmulo violado não pertencia à mãe do suspeito, segundo investigação policial.
  • O caso foi registrado como violação de sepultura e subtração de cadáver na Delegacia de Itaquaquecetuba.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Homem invadiu cemitério e levou ossada para casa em Poá, na Grande São Paulo
Homem invadiu cemitério e levou ossada para casa em Poá, na Grande São Paulo Reprodução/Agência Record - 05.09.2026

Um homem foi preso na noite desta sexta-feira (4), em Poá, na Grande São Paulo, após invadir um cemitério, violar uma sepultura e retirar restos mortais do local. Segundo a polícia, o suspeito afirmou ter agido após sonhar com a mãe falecida, que estaria pedindo ajuda por estar sofrendo.

O caso ocorreu no Cemitério da Paz. De acordo com as investigações, o suspeito abriu um túmulo e levou a ossada para sua residência.


A Polícia Militar foi acionada depois que uma pessoa que mora com o suspeito denunciou a situação. Ao chegar ao endereço, os agentes encontraram um saco plástico deixado na calçada em frente à casa. Imagens obtidas pela Agência RECORD mostram a sepultura danificada e parte dos restos mortais que haviam sido retirados do cemitério.

Durante a investigação, os policiais constataram que o túmulo violado não pertencia à mãe do suspeito. O homem foi detido e encaminhado à delegacia para prestar depoimento.


A ossada foi recolhida e enviada ao IML (Instituto Médico Legal), onde passará por exames para identificação. O caso foi registrado na Delegacia de Itaquaquecetuba como violação de sepultura e subtração de cadáver.

Em nota, a SSP-SP (Secretaria da Segurança Pública de São Paulo) afirma que “diante da peculiaridade dos fatos, a autoridade policial também representou pela instauração de incidente de insanidade mental, para avaliação médico-legal das condições psíquicas do investigado à época dos fatos”.

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