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Homem é suspeito de abusar de meninas dentro de ônibus na zona norte de São Paulo

Denúncia foi feita ao Conselho Tutelar do Jaçanã, que encaminhou as vítimas à polícia

São Paulo|Ana Cláudia Barros, do R7

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Um homem é suspeito de abusar sexualmente de pelo menos quatro meninas, entre 12 e 14 anos, dentro de um ônibus urbano, no Jardim Fontalis, na zona norte de São Paulo. As denúncias chegaram ao Conselho Tutelar do Jaçanã, que, nesta terça-feira (11), encaminhou as vítimas ao 73º Distrito Policial, para registrar boletim de ocorrência. As adolescentes teriam sido molestadas em dias diferentes.

De acordo com a conselheira Cleide Ribeiro Freire, as meninas relataram que o passageiro teria se masturbado sobre elas.


Pai de uma das vítimas, o comerciante R., de 46 anos, afirma que a filha, de 14 anos, foi abordada pelo suspeito no dia 16 de fevereiro, quando ia para a escola.

— Ela tomou um susto e fez um escândalo dentro do ônibus. Ninguém fez nada.


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Ele diz que, durante uma semana, pegou o coletivo no mesmo horário, na tentativa de localizar o homem.


— Ele sumiu. Depois de um certo tempo, voltou a pegar o ônibus no mesmo horário. Quando minha filha viu, desceu. E ele ficou com raiva porque ela fez escândalo. Aí, as amigas dela falaram: “Vamos gravar [a imagem do suspeito] para levar às autoridades”. Elas fizeram um vídeo [com o celular] e ele percebeu. Hoje, as amigas dela foram para escola e encontraram o rapaz. E ele foi agressivo. Começou a xingar as meninas, mostrou o dedo. Ficou com raiva, porque elas gravaram um vídeo.

O comerciante fala ainda que outra amiga da filha, ao saber da história, tomou coragem e revelou que também teria sido molestada pelo jovem.


Ele afirma que, em fevereiro, ligou para o Disque 100, do Governo Federal, fazendo a denúncia e o caso foi levado ao Conselho Tutelar. Ele diz que decidiu registrar boletim de ocorrência, temendo que algo acontecesse com a filha.

— Agora é uma ameaça. Vou esperar o cara matar a minha filha?

Revoltado, ele desabafa:

— Graças a Deus não vi esse cara. Senão, estragava a minha vida. Vamos deixar que a polícia resolva.

Até por volta das 15h20, o registro da ocorrência não havia sido finalizado.

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