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Insatisfeitos com reajuste de 7%, policiais militares se reúnem na sexta-feira para definir posicionamento

Aumento, aprovado na Alesp, está abaixo do reivindicado pela categoria

São Paulo|Do R7

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Entidades representativas dos policiais militares de São Paulo se reunirão nesta sexta-feira (1º) para definir qual posicionamento será tomado após aprovação do reajuste 7% nos salários de integrantes da corporação. A medida atinge ainda as polícias Civil, Militar e Técnico-Científica, além dos agentes penitenciários. A matéria foi votada na terça-feira (29) na Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo).

Na avaliação do presidente da ASS/PM (Associação dos Subtenentes e Sargentos da Polícia Militar do Estado de São Paulo), Ângelo Criscuolo, o aumento “não foi satisfatório” e desagradou a categoria, que reivindicava reajuste de 15% neste ano, a partir de 1º de março — data-base —, e de 11% em 2014.


— Não foi a expectativa da corporação. Não era o que estávamos reivindicando desde abril. Agora, estamos analisando o que vamos fazer, quais serão as providências.

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Criscuolo, que também preside a Coordenadoria das Entidades Representativas dos Policiais Militares do Estado de São Paulo, entidade que agrega 17 associações, reclama que a categoria não participou das negociações.

— Em 30 de setembro, o governador nos recebeu. Nós entramos em um acordo e ele falou para mim e para as entidades de classe que nós iríamos participar das negociações. Não cumpriram o que prometeram.


Ele alegou ainda que a classe não foi envolvida na discussão sobre a reestruturação do plano de carreira, anunciada neste mês.

— Não nos interessa esse plano de carreira que ele vai nos apresentar. O plano de carreira é uma reivindicação antiga. Isso é para um segundo plano.

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