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Justiça condena criminosos que roubaram e mataram ciclista em bairro nobre de São Paulo

Vítima havia sido assassinada em Pinheiros; pena dos dois condenados é de 28 anos e 22 anos, respectivamente

São Paulo|Do R7*

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Justiça condenou dois criminosos pelo latrocínio do ciclista Vitor Felisberto Medrado em Pinheiros, São Paulo.
  • O crime ocorreu em 13 de fevereiro de 2025, quando a vítima foi abordada e assassinada a tiro por um dos réus.
  • Um dos condenados cumprirá 28 anos de prisão, enquanto o outro, com confissão espontânea, receberá 22 anos e 2 meses.
  • Ambos os réus também terão que indenizar a viúva da vítima em R$ 200 mil cada.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Ciclista Vitor Medrado foi assassinado por criminosos em parque de Pinheiros, na zona oeste Reprodução/Instagram

A Justiça condenou nesta sexta-feira (20) os dois homens responsáveis pelo latrocínio do ciclista Vitor Felisberto Medrado, de 46 anos, em frente ao Parque do Povo, em Pinheiros, bairro nobre de São Paulo. O crime ocorreu no dia 13 de fevereiro de 2025.

Na época do assassinato, imagens de câmeras de segurança registraram que a vítima foi abordada pelos criminosos que estavam em uma moto azul. O garupa desce do veículo, atira em Medrado e rouba o celular dele.


Um dos réus cumprirá pena de 28 anos de reclusão, enquanto o outro teve reconhecida a atenuante da confissão espontânea e deverá cumprir 22 anos e 2 meses.

Os criminosos também foram condenados a indenizar a viúva da vítima em R$ 200 mil cada um.


O juiz Marcus Alexandre Manhães Bastos ressaltou a crueldade e o motivo fútil por trás do crime durante o julgamento: “O vídeo revela contexto em que, provavelmente, sequer anunciaram assalto. É muito rápido o movimento de aproximação e a queda , que, aparentemente, sequer levanta os olhos do celular para mirá-los”.

O magistrado ainda destacou a personalidade dissociada dos ladrões: “Poucas vezes vi tamanha incapacidade de sentir respeito à vida humana como neste caso, em que aos acusados pouco importava a morte de alguém”.


*Com apuração de Nayara Paiva, da Agência RECORD, e colaboração Rodrigo G. Bonini, do R7

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