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Justiça ouve dono de moto aquática que matou menina em Bertioga

Empresário era o último acusado que faltava ser interrogado no processo

São Paulo|Do R7

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Grazielly foi atingida por embarcação guiada por adolescente
Grazielly foi atingida por embarcação guiada por adolescente

O dono da moto aquática que atropelou e matou a menina Grazielly Almeida Lames, de três anos, em fevereiro de 2012, no litoral paulista, deverá ser ouvido pela Justiça às 16h30 desta sexta-feira (1º). O empresário José Augusto Cardoso Filho era o único dos quatro acusados que faltava ser interrogado no processo. A audiência de instrução será no Fórum Criminal da Barra Funda.

A garota foi atropelada em uma praia de Bertioga, junto com a mãe. O equipamento era pilotado por um adolescente. O advogado José Beraldo, que representa a família da menina, defende a versão de que Cardoso Filho autorizava o garoto a andar com a moto aquática.


Além do empresário, a mulher dele, a mãe do adolescente e o caseiro da família também estão sendo processados pela morte de Grazielly. Os advogados do réu não foram localizados para comentar a audiência de hoje.

O caso


Grazielly foi atingida por uma moto aquática desgovernada quando brincava na praia de Guaratuba, no sábado de Carnaval - era a primeira vez que ela visitava uma praia. O veículo era conduzido por um adolescente de 13 anos. As únicas punições cabíveis a ele e ao outro garoto que estavam no equipamento são medidas socioeducativas. 

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