Logo R7.com
RecordPlus

Mãe descobre que filho dado como morto há nove anos pode estar vivo

Exame feito após exumação de corpo de bebê indicou incompatibilidade genética

São Paulo|Do R7

  • Google News

Uma mulher de 27 anos, moradora de Franca (SP), descobriu após nove anos que o filho que acreditava estar morto pode estar vivo e morando com outra família. A criança, que faz aniversário nesta sexta-feira (11), foi o pivô de uma confusão registrada na Santa Casa local. Oito dias após nascer, foi apontada como morta e, mesmo com a mãe afirmando não ser aquele o seu filho, acabou sepultada como sendo ele.

Ana Paula Câncio da Silva lutou na Justiça até conseguir que o corpo fosse exumado para um exame de DNA. Após muita disputa, saiu o resultado apontando que não existe a possibilidade de ela ser mãe da criança morta. Agora, Ana Paula sonha encontrar o filho, que na época foi registrado como Jhonatan Matheus Câncio da Silva.


Ana Paula contou que o bebê nasceu de parto prematuro e que, mesmo assim, estava bem de saúde. Devido ao seu estado psicológico, ela não fez o reconhecimento do bebê após o anúncio da morte. A avó da criança, que fez o reconhecimento, insistiu junto à filha que o bebê enterrado não era o seu, como conta a jovem.

— Ela me acompanhou durante todo o processo de parto e falava sem parar que a criança que viu no IML era outra.


Após quatro anos de busca, mãe reencontra o filho em hospital psiquiátrico

Leia mais notícias de São Paulo


O exame que apontou o erro foi feito pela Unesp (Universidade Estadual Paulista) de Araraquara (SP), mas a Santa Casa de Franca pede uma nova análise sobre a maternidade.

O hospital não se manifesta sobre o processo que tramita em segredo de Justiça, informando apenas que "está adotando as providências necessárias para a apuração dos fatos".

Já a mãe da criança diz sofrer de depressão e afirma que não desistirá de localizar o filho.

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.