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Médica pode receber R$ 4 mi de indenização de hospital em Curitiba

"Doutora Morte" foi inocentada da acusação de ter acelerado a morte de 7 pacientes na UTI

São Paulo|Do R7

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Médica foi inocentada de acusação de que acelerava mortes de pacientes da UTI
Médica foi inocentada de acusação de que acelerava mortes de pacientes da UTI

O TRT Tribunal Regional do Trabalho) da 9ª Região decidiu que o Hospital Evangélico de Curitiba (PR) terá que pagar indenizações trabalhistas, que podem chegar a R$ 4 milhões, à médica Virgínia Helena Soares de Souza, que foi demitida da instituição.

Recentemente ela foi inocentada da acusação de ter acelerado a morte de 7 pacientes da UTI (Unidade de Terapia Intensiva). Virgínia trabalhou no hospital durante 26 anos em situação de Pessoa Jurídica e após sua prisão, o HE a afastou e passou a pagar um valor como auxílio.


O advogado da médica, Guilherme Assad de Lara, afirmou que se conseguiu provar o vínculo da médica com o HE.

— Ela era pessoa jurídica e emitia notas, conseguimos comprovar o vínculo de emprego, agora vamos discutir os valores.


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A direção do Hospital Evangélico afirmou que não vai comentar o caso, já que aconteceu durante a gestão anterior.


A médica deverá receber indenizações relativas ao FGTS, férias, adicional noturno e 13° Salário.

Logo após a absolvição de Virgínia, no começo do ano, a defesa da médica já havia alertado, em coletiva de imprensa, a intenção da médica entrar com ações também contra o Estado e a União por causa do dano causado à sua atividade e imagem.

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