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MP arquiva caso de modelo americana encontrada morta em hotel de luxo em São Paulo

Investigações apontam que Hilde Ann Lynn Helphenstein morreu de ‘causas naturais’

São Paulo|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O Ministério Público de São Paulo arquivou o caso da morte da modelo americana Hilde Ann Lynn Helphenstein, encontrada em um hotel de luxo em São Paulo.
  • As investigações concluíram que a morte foi por causas naturais, sem indícios de ação violenta ou participação de terceiros.
  • A modelo morreu de tromboembolismo pulmonar associado a pneumonia e uso de medicamentos, após cirurgia plástica.
  • Exames descartaram intoxicação medicamentosa por terceiros e não houve sinais de violência ou arrombamento no local.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Hilde Ann Helphenstein, de 40 anos, morreu de tromboembolismo pulmonar Reprodução/Instagram/@hildehelphenstein

O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) arquivou as investigações que apuravam a morte da modelo americana Hilde Ann Lynn Helphenstein, de 40 anos, encontrada morta no hotel de luxo Rosewood, na Bela Vista, região central da capital paulista, no mês passado. Conforme a Promotoria, a perícia concluiu que a modelo morreu de “causas naturais”, “sem indício de ação violenta” nem participação de terceiros.

Hilde Ann Lynn foi localizada já sem vida em um dos quartos do hotel no início de junho. Com ela, também foram encontrados recipientes de medicamentos. Policiais militares foram acionados para atender à ocorrência e o óbito foi constatado por agentes do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência).


De acordo com as investigações, a modelo morreu “em decorrência de tromboembolismo pulmonar em paciente com pneumonia, no pós-operatório de cirurgia plástica, sob efeito de fármacos benzodiazepínicos, antidepressivos e antipsicóticos”.

As investigações reuniram depoimentos de funcionários do estabelecimento, dos médicos que a atenderam antes da morte, além de imagens do sistema de monitoramento, registros de acesso ao apartamento e laudos periciais produzidos pela Polícia Científica.


“Ao final, a perícia concluiu tratar-se de morte por causa natural (energia de ordem biodinâmica), sem indícios de ação violenta”, informou o Ministério Público, com base nos documentos.

Ainda segundo a Promotoria, os exames descartaram a hipótese de a morte ter sido provocada por intoxicação medicamentosa causada por outra pessoa. A perícia também não identificou sinais de arrombamento, luta corporal ou violência.


Além disso, as imagens e os registros do hotel confirmaram que a mulher permaneceu sozinha no quarto até ser encontrada sem vida. O caso foi registrado como morte suspeita pelo 78º DP (Jardins).

A Secretaria da Segurança Pública do Estado informou que, após o laudo do Instituto Médico-Legal (IML) não identificar nenhuma violência sofrida pela vítima, “concluiu a investigação e a remeteu ao Ministério Público no dia 30 de junho”.


Hilde era artista visual, curadora e influenciadora de arte. Com a persona Jerry Gogosian, acumulava 145 mil seguidores no Instagram. “Sua melhor amiga no mundo da arte”, diz o texto em seu perfil. Em seu site, a americana também é apresentada como editora-chefe do The Jerry Report e apresentadora do podcast Art Smack.

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