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MP denuncia 26 pessoas envolvidas com o crime organizado

Um dos chefes da organização estava preso no Piauí

São Paulo|Do R7

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Após um ano de investigações, o Gaeco (Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado), Núcleo Vale do Paraíba, do Ministério Público do Estado de São Paulo denunciou 26 integrantes de organização criminosa envolvidos com tráfico de drogas.

Nas operações de busca e apreensão, foram apreendidos 57 kg de cocaína, 65 kg de maconha, 10 kg de cafeína (produto químico que pode ser utilizado para preparo de cocaína) e uma pistola calibre 9 mm - de uso restrito das forças armadas e policiais.


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Segundo a denúncia do MP, o grupo faz parte de organização que desenvolve o tráfico de drogas em larga escala na conexão entre o Paraná, Vale do Paraíba e região Nordeste, tendo seus líderes vínculo estreito com a organização criminosa que atua dentro e fora dos presídios.


De acordo com os promotores, “a prisão provisória é fundamental, também, para assegurar a aplicação da lei penal, uma vez que, cientes da robustez das provas coligidas no inquérito, que escancaram todo o esquema da associação, certamente os associados empreenderão fuga, caso soltos”.

Quadrilha


Em trabalho de investigação realizado pelo Departamento da Polícia Federal de São José dos Campos e a partir de interceptações de conversas telefônicas realizadas entre outubro de 2011 e julho de 2012, além de outras diligências investigativas, foi identificado um grupo bem organizado, com estrutura complexa, voltado ao intenso tráfico de drogas, com subgrupos estabelecidos na cidade de São José dos Campos, Estado de São Paulo e em Teresina, no Estado do Piauí, com ramificações em outras cidades do Estado de São Paulo e em outros Estados da Federação, como Paraná, Bahia e Maranhão.

A organização era chefiada por dois homens. Um deles estava preso no Piauí, de onde comandava, do interior do sistema prisional, o tráfico de drogas em larga escala entre os Estados de São Paulo e Piauí. Para isso, contava com a contribuição do outro líder da organização, que o auxiliava fora do presídio.

Os demais integrantes da organização criminosa auxiliavam na aquisição do material necessário ao preparo da droga, na embalagem, transporte, distribuição, coordenação de “mulas” – pessoas que transportam a droga em menor quantidade - e, até mesmo, nos serviços de orientação jurídica oferecida por advogado.

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