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MPF investiga atos obscenos e crimes sexuais a bordo de aviões

Inquérito foi aberto após vídeo em que homem se masturba em um voo; segundo Procuradoria, companhia não reportou caso à polícia

São Paulo|Fernando Mellis, do R7

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MPF pediu explicações às companhias aéreas
MPF pediu explicações às companhias aéreas

O MPF-SP (Ministério Público Federal em São Paulo) abriu uma investigação para apurar a conduta das companhias aéreas em episódios envolvendo crimes sexuais e atos obscenos dentro dos aviões.

Segundo a Procuradoria, o inquérito foi motivado após a divulgação de um vídeo em que um homem se masturbava em um voo de Belo Horizonte a São Paulo. Uma passageira chegou a gravar a cena e informou à tripulação, que não teria reportado o caso à polícia.


O MPF entende que "houve omissão e conduta inadequada da tripulação e da companhia aérea ao deixar de dar o devido encaminhamento ao ocorrido (a imediata comunicação à PF de agressão ou violação sofrida por passageiro no interior de aeronave), especialmente em uma situação de flagrância".

Baseada nesse caso, a Procuradoria solicitou às companhias áreas esclarecimentos sobre os protocolos adotados quando há relatos de crimes sexuais ou atos obscenos a bordo.

“Diante do aumento de casos de atos obscenos ou contrários à liberdade sexual de passageiros em transportes coletivos, faz-se necessário averiguar se as companhias aéreas do país estão suficientemente esclarecidas quanto às providências a serem adotadas em tais situações, bem como qual a regulamentação vigente sobre o tema”, afirmam as procuradoras da República Ana Carolina Previtalli Nascimento, Ana Leticia Absy e Priscila Schreiner, que abriram a investigação.

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