Mulher é socorrida após ter sido esfaqueada, e ex-marido vai ao hospital tentar matá-la de novo
Homem disse às equipes da unidade médica que visitaria um paciente; ele tentou fugir, mas foi preso pela PM
São Paulo|Geovanna Hora, da Agência Record

Uma mulher foi esfaqueada pelo ex-marido em Diadema, no ABC paulista, na manhã deste sábado (23). O agressor ainda tentou atacar a vítima novamente quando ela já estava no hospital.
Segundo a Polícia Militar, o suspeito entrou escondido na casa da ex-mulher.
Ele teria se escondido no quarto e esperou pela vítima sentado na cama. Quando a mulher chegou, os dois começaram a discutir, e o homem a atacou com uma faca, na região das costas.
• Clique aqui e receba as notícias do R7 no seu WhatsApp
• Compartilhe esta notícia pelo WhatsApp
• Compartilhe esta notícia pelo Telegram
• Assine a newsletter R7 em Ponto
O suspeito acreditou que a mulher estava morta e fugiu do local. Uma testemunha, contudo, conseguiu socorrer a vítima e levá-la até o Hospital Municipal de Diadema.
Segundo a corporação, quando o suspeito soube que a vítima estava viva, decidiu ir ao hospital para atacá-la novamente.
Ele pegou outra faca, colocou-a em uma mochila e tentou entrar na unidade de saúde com a justificativa de que iria visitar um paciente. A equipe de segurança desconfiou e o abordou.
O suspeito fugiu do local e tentou se esconder em uma comunidade, mas ele foi detido pela Polícia Militar.
A vítima já tinha uma medida protetiva contra o agressor.
O caso está sendo registrado no 3º Distrito Policial de Diadema como tentativa de feminicídio.
Mulher carbonizada é mais uma vítima que tinha medida protetiva contra o ex; veja outros casos
A morte da jovem Débora Almeida (no alto à esquerda), que foi carbonizada na última terça-feira (11), em São Paulo, joga luz sobre a violência contra as mulheres e sobre o fato de ela acontecer em alguns casos com vítimas que estão sob medidas protetiv...
A morte da jovem Débora Almeida (no alto à esquerda), que foi carbonizada na última terça-feira (11), em São Paulo, joga luz sobre a violência contra as mulheres e sobre o fato de ela acontecer em alguns casos com vítimas que estão sob medidas protetivas — decisões judiciais que exigem que o potencial agressor mantenha distância, entre outras restrições. Apesar de esse instrumento ser considerado importante para salvar a vida de mulheres que se sentem ameaçadas, recentes assassinatos em que os ex-companheiros são apontados como responsáveis mostram que as precauções tomadas não foram suficientes. Veja alguns casos:



















