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Novo Anhembi custará até R$ 2 bilhões e pode ser 24h

Setor privado pretente abrir grandes restaurantes, lojas de grife e espaço infantil no local

São Paulo|Do R7

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As propostas para reforma incluem PPP (Parceria Público-Privada), fundo imobiliário, concessão e sociedade
As propostas para reforma incluem PPP (Parceria Público-Privada), fundo imobiliário, concessão e sociedade

O chamamento público para reforma e modernização do Complexo do Anhembi, na zona norte da capital paulista, recebeu inscrições de 19 grupos empresariais nacionais e estrangeiros. Pelos estudos preliminares, o setor privado pretende ampliar o funcionamento para 24 horas, transformando a área de 300 mil m² em "minicity", com grandes restaurantes, lojas de grife e espaço infantil. Com a novidade, a estimativa da prefeitura para o investimento privado subiu para R$ 2 bilhões.

Os detalhes das empresas serão publicados nesta quarta-feira (10) no Diário Oficial da Cidade. O secretário municipal de Turismo e presidente da SPTuris (São Paulo Turismo), Wilson Poit, falou sobre a reforma. 


— Os projetos virão mais fortes [do que se esperava inicialmente].

Pelo menos dez grupos interessados são consórcios, alguns formados por até cinco empresas. Entre as inscritas há grupos de expositores, promotores de feiras, construtoras, escritórios de arquitetura e de advocacia. Do exterior, inscreveram-se empresas americanas e alemãs, entre outras.


— Muitos são consórcios formados por grandes construtoras brasileiras que se juntaram com empresas internacionais, algumas já proprietárias de pavilhões de eventos.

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As propostas incluem PPP (Parceria Público-Privada), fundo imobiliário, concessão e sociedade — a SPTuris é uma empresa de turismo que tem a Prefeitura como sócia majoritária.

A ideia do chamamento é consultar as propostas do setor privado, que sinalizou para a construção de monotrilho interligando o Anhembi à Estação Tietê (Linha 1-Azul do Metrô), além de edifícios-garagem e um hotel de grande porte.


Em dez dias, serão divulgados os nomes das empresas autorizadas pela prefeitura para a realização de estudos de arquitetura e engenharia, planos de negócios e modelagem econômica. Os interessados terão 90 dias para entregar o material, que será avaliado por uma comissão. A previsão é de que a licitação seja lançada até o início de 2016.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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