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Pai de vítima de incêndio na boate Kiss participa de protesto no Masp e pede punição para a tragédia

Grupo quer pena rigorosa para mortes causadas por negligência, como em Santa Maria

São Paulo|Do R7*

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Grupo caminha durante manifestação na avenida Paulista, neste sábado
Grupo caminha durante manifestação na avenida Paulista, neste sábado Daia Oliver

O pai de um jovem morto no incêndio na boate Kiss, no dia 27 de janeiro em Santa Maria (RS), participa de uma manifestação no vão livre do Masp (Museu de Arte de São Paulo) neste sábado (7) que pede pena mais rigorosa a homicídios cometidos por vontade própria ou por negligência, como na Kiss. Cerca de 500 pessoas estão no local. Por volta das 15h20 os integrantes seguiam sentido Paraíso.

Paulo Carvalho era pai do jovem Rafael. O rapaz morava em São Paulo e foi a Santa Maria visitar uns amigos. Ele disse que a Justiça foi falha no caso porque prendeu os responsáveis pela tragédia, mas mandou soltar.


— Os juízes condenam e depois soltam. Isso é uma omissão. Estamos cobrando providencias pelo direito de viver.

Um primo do pequeno Ives Ota, morto durante um sequestro 1997, também participa da manifestação. Roberto Sekiya integra a União e Defesa das Vítimas de Violência e também pediu penas mais rigorosas.


— Não é só pelo caso do Ives. O que aconteceu com o meu primo acontece com mais de 100 mil pessoas todos os anos.

Participantes do 19º Grito dos Excluídos se reuniram em frente à Catedral da Sé, no centro de São Paulo, neste sábado e parte da avenida Paulista chegou a ser interditada, mas liberada em seguida.


Outros protestos ocorreram por todo o País. Veja na galeria de fotos.

* Colaborou a estagiária Giorgia Cavicchioli

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