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Para instituto, liberação de trens na Luz é 'secundário'

Bombeiros e a Defesa Civil temem que as trepidações possam danificar a estação

São Paulo|Do R7

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Trinca em prédio pode aumentar, avaliam especialistas
Trinca em prédio pode aumentar, avaliam especialistas

A prioridade das equipes que trabalham nos escombros deixados pelo incêndio que atingiu parte da Estação da Luz que abrigava o Museu da Língua Portuguesa, na região central, é verificar as condições físicas do imóvel para, posteriormente, liberar a passagem dos trens da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos). Diariamente, cerca de 300 mil passageiros passam pelo local, fazendo interligação com o Metrô.

Segundo José Teofilo Lemos de Barros, engenheiro civil e pesquisador do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas), "o próximo passo é verificar as partes mais afetadas do sinistro [prédio], relacionadas com a cobertura, onde se supõe que estejam as condições mais adversas do acontecimento [incêndio]". Por volta das 10h desta terça-feira (22) ele e técnicos da CPTM, acompanhados do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil, entraram no local.


De acordo com Barros, apesar da necessidade de normalizar a circulação dos trens das linhas 7-Rubi e 11-Coral, a CPTM é "um parâmetro secundário", afirmou.

— Nós estamos preocupados só com as condições físicas da edificação.


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Ainda não há previsão de liberar os trens no local. Os bombeiros e a Defesa Civil temem que as trepidações das composições possam danificar a estação. Na face interna do prédio foi encontrada uma trinca que pode aumentar durante a passagem dos trens.

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Veja como ficou o Museu da Língua Portuguesa após incêndio:

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