Polícia Civil apreende carreta com 915 tijolos de maconha em Diadema (SP)
Droga estava em uma carreta com placas do Paraguai. Um veículo com placa adulterada e histórico de viagens para a fronteira também foi encontrado
São Paulo|Márcio Neves, do R7, com Agência Record

A Polícia Civil apreendeu, na tarde deste sábado (24), uma carreta que carregava 915 tabletes de maconha escondidos em toneladas de sacos de arroz, em Diadema, município da Grande São Paulo.
Agentes do 3° Distrito Policial de São Bernardo do Campo se deslocavam pela região quando observaram uma carreta de cor verde, com placas paraguaias. Eles também notaram algumas pessoas próximas ao veículo, que entraram em um galpão e, em seguida, deixaram o local.
Os policiais estranharam a situação e solicitaram apoio. Ao verificarem a carga que o veículo transportava, perceberam que entre os sacos de arroz havia diversas embalagens plásticas de cor preta que continham maconha. Ao todo, foram encontrados 744,976 quilos.
Com o auxílio da outra equipe, os agentes entraram no galpão e viram que tratava-se de um estacionamento. Durante checagem para verificar a regularidade dos veículos presentes no local, foi constatado que um deles, um Hyundai Tucson preto, estava com placas pertencentes a outro carro.
Em seguida, os policiais descobriram que o automóvel apresentava uma restrição judicial e não possuía os bancos traseiros. A suspeita é de que o compartimento vago era utilizado para o transporte de entorpecentes, já que o veículo exalava um forte cheiro de maconha.
Por meio de pesquisas feita a partir do Detecta, sistema de tecnologia inteligente com informações criminais e capacidade para alertas em tempo real, verificou-se que, em 2017, o Tucson, encontrado no estacionamento, tinha realizado uma viagem para Ponta Porã, município do Estado do Mato Grosso do Sul.
Cerca de 30 toneladas de arroz, as substâncias ilícitas, assim como o carro e a carreta, foram apreendidos e encaminhados à perícia.
A empresa proprietária dos veículos foi notificada a fim de ajudar a identificar o motorista do caminhão.
O caso foi registrado como utilização de local ou bem para o tráfico, adulteração de sinal identificador de veículo automotor e localização/apreensão de objeto e de veículo.















