Logo R7.com
RecordPlus

Polícia Civil deve fazer retrato falado de suspeito de matar funcionário de colégio na avenida Higienópolis

Segundo delegado, testemunha viu com detalhes o momento do crime

São Paulo|Fernando Mellis, do R7

  • Google News
Nas imagens de uma câmera de segurança, vítima aparece ajoelhada durante o assalto
Nas imagens de uma câmera de segurança, vítima aparece ajoelhada durante o assalto

Uma testemunha deve comparecer à delegacia nesta terça-feira (4), para ajudar a polícia na identificação dos criminosos que mataram, durante uma tentativa de roubo, o funcionário de um colégio tradicional de São Paulo, em Higienópolis, bairro nobre na região central. O crime aconteceu em frente à instituição, na manhã desta segunda-feira (3). Segundo o delegado Wilson Roberto Zampieri, a pessoa assistiu ao momento em que Eduardo Paiva, de 39 anos, foi baleado na cabeça. Ele tinha acabado de deixar uma agência bancária na região, após descontar um cheque de R$ 3.000.

— Essa testemunha contou os fatos com riqueza de detalhes. [Ela] está sendo encaminhada para o reconhecimento [dos criminosos], nos álbuns da polícia e por retrato falado.


Ainda de acordo com Zampieri, os investigadores estão buscando outras câmeras de segurança, além daquela que gravou o momento do crime. A expectativa é que seja possível ver a placa da moto usada pela dupla ou até outras características físicas dos assaltantes.

Leia mais notícias de São Paulo


Imagens mostram homem ajoelhado antes de ser morto durante assalto em Higienópolis

O delegado também acredita que, em algum momento, a vítima tenha reagido. Uma câmera do Colégio Nossa Senhora de Sion, na avenida Higienópolis, flagrou o momento em que Eduardo aparece ajoelhado ao lado do assaltante. O homem atira, mas a arma falha. Foi quando o funcionário da escola tenta correr, mas é atingido por um segundo disparo. O valor sacado no banco não foi levado.


— [O dinheiro] foi encontrado no hospital. Estava na cintura dele, esse envelope com essa importância.

O zelador de um condomínio na frente do local do crime — que não foi identificado por motivos de segurança —, na avenida Higienópolis, disse que dois homens abordaram a vítima em uma moto e deram a ordem para entregar o dinheiro. A vítima teria dito "pelo amor de Deus, não atira",mas um dos dois homens sacou a arma e o baleou no rosto, contou a testemunha.

— Eu vi um homem atirando, pulando em cima da moto, e saindo. Nós paramos o trânsito para ele não ser atropelado. Corremos e vimos que ele não falava, não tinha pulso e sangrava muito.

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.