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Portões do Parque Augusta serão abertos ao público

Construtoras donas do terreno têm 30 dias para cumprir a decisão judicial; cabe recurso

São Paulo|Do R7

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Para ativistas, decisão judicial desta terça-feira é "vitória simbólica"
Para ativistas, decisão judicial desta terça-feira é "vitória simbólica"

O TJ (Tribunal de Justiça) de São Paulo reconheceu, nesta terça-feira (7), a obrigação de os proprietários do terreno de 23,7 mil metros quadrados conhecido como Parque Augusta, na região central da cidade, ter os portões abertos ao público.

O pedido de liminar, feito em nome das organizações ambientalistas Movieco Movimento Ecológico e Cure o Mundo, tramitava no órgão desde julho do ano passado. As construtoras Setin e Cyrela, proprietárias do terreno, têm 30 dias para cumprir a decisão. Entretanto, ainda cabe recurso.


Os magistrados Antonio Carlos Malheiros e José Luiz Gavião de Almeida votaram em favor do recurso — ou seja, determinando que os portões sejam mantidos abertos. Maurício Fiorito foi voto vencido. O teor da decisão deve ser publicado no site do TJ dentro de dois dias.

Após um mês e meio, grupo encerra vigília no Parque Augusta


"Entendemos isso como uma vitória simbólica, apenas uma batalha vencida dentro de uma guerra que ainda está longe de terminar", afirmou o advogado Daniel Biral, do grupo dos ativistas que defendem a implantação do Parque Augusta no terreno.

Procurada pela reportagem, as construtoras Cyrela e Setin não se posicionaram até as 17h desta terça.

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