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Protesto por moradia prejudica trânsito na zona sul nesta segunda-feira

Grupo de 400 pessoas caminhada às 5h20 na avenida Belmira Marin

São Paulo|Do R7

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Cerca de 400 pessoas do Movimento Nós da Sul realizam uma manifestação por moradia na zona sul de São Paulo, na manhã desta segunda-feira (17). O grupo que iniciou a caminhada pela avenida Dona Belmira Marin, no Grajaú por volta das 5h20 pretendia chegar à Subprefeitura da Capela do Socorro, na Cidade Dutra. O protesto terminou por volta das 8h30.

De acordo com o líder do movimento, Leanir José da Costa, o objetivo foi agendar uma reunião com o secretário de Habitação de São Paulo para tratar de problemas em duas ocupações, ambas no extremo sul da capital. A ocupação Plínio de Arruda Sampaio, na rua Agenor Klaussner, teria uma reintegração de posse amanhã (18), que foi derrubada na Justiça. Segundo Costa, no terreno, de 130 mil metros quadrados, daria para construir mil unidades habitacionais. Ele estima que 160 famílias morem no local, sendo que 500 estão cadastradas. O movimento reclama que a área estava abandonada há 50 anos e, por isso, foi ocupada. Leanir disse que parte do terreno é formada por uma Área de Proteção Ambiental e a outra integra as zonas de Interesse Social da cidade. Na ocupação Anchieta, localizada no Grajaú, a prefeitura deveria ter sinalizado o início das obras, reclama Leanir.


— A ocupação está crescendo e isso cria o caos. Já temos 800 famílias morando lá e mais de 1.200 cadastradas.

No local, está prevista a construção de mais de mil apartamentos, em área de 68 mil metros quadrados. Procurada, a assessoria de imprensa da Secretaria de Habitação de São Paulo ainda não se pronunciou.

Manifestação bloqueava a avenida Senador Teotônio Vilela
Manifestação bloqueava a avenida Senador Teotônio Vilela

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