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São Paulo recaptura 696 detentos após rebeliões e fuga em massa

Motim foi reação a suspensão da saída temporária, que liberaria 34 mil detentos na terça (17). Unidades afetadas só abrigam presos do semiaberto

São Paulo|Do R7, com informações da Agência Record

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Vídeo mostra detentos em fuga na cidade de Mongaguá, no litoral de SP
Vídeo mostra detentos em fuga na cidade de Mongaguá, no litoral de SP

A SAP (Secretaria da Administração Penitenciária) informou na manhã desta quarta-feira (18) que foram recapturados 696 dos 1.375 presos que fugiram dos Centros de Progressão Penitenciária de Mongaguá, Tremembé e Porto Feliz na segunda-feira (16). Outros 679 seguem foragidos.

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Rebeliões seguidas pela fuga ocorreram após a suspensão da saída temporária, que liberaria 34 mil detentos nesta terça (17). A decisão de suspender a saída foi tomada para evitar a proliferação do coronavírus. O benefício valeria mais de 34 mil detentos do regime semiaberto, que poderiam aumentar o potencial de disseminação do vírus na volta às prisões, aumentando risco à saúde de detentos e funcionários.


No CPP (Centro de Progressão Penitenciária) de Mongaguá, onde houve 563 fugas, 206 detentos foram recapturados. No de Tremembé, houve recaptura de 116 dos 218 fugitivos. No de Porto Feliz, onde 594 detentos fugiram, 323 foram recapturados. Detentos também se rebelaram na ala de semiaberto da Penitenciária I de Mirandópolis, mas não houve fuga.

Todas as unidades afetadas abrigam exclusivamente presos em regime semiaberto, que é o preso que tem a possibilidade de sair para trabalhar ou estudar durante o dia e retornar, e que por lei tem direito a cinco saídas temporárias por ano.

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