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Segurança de Alckmin é reforçada durante evento religioso em Aparecida

Governador nega reforçar segurança, mas evento em Aparecida contou com mais agentes

São Paulo|Do R7

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Governador acompanhou missa em Aparecida ao lado da mulher, Lu
Governador acompanhou missa em Aparecida ao lado da mulher, Lu

Durante toda a permanência do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), no Santuário Nacional de Aparecida, nas celebrações da Festa da Padroeira, a presença de seguranças pessoais foi constante. Mais cedo, o governador chegou a dizer que não tinha planos para reforçar sua própria segurança.

Mas já na missa solene, com a participação de outros políticos, policiais militares ajudaram a segurança patrimonial da igreja a fechar os acessos ao altar principal.


Alguns militares acompanharam a celebração munidos de máquinas fotográficas com foco no registro dos fiéis que circundavam o altar.

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De acordo com o governador, ele chegou a pedir ao responsável pelo policiamento para que eles deixassem o espaço, mas foi informado pelo oficial que o pedido de reforço policial foi uma solicitação da igreja.


O jornal O Estado de S. Paulo revelou escutas telefônicas de criminosos que pediam a morte de Alckmin.

Apesar disso, o governador disse hoje que não pretende "fazer nenhuma mudança em termos de segurança pessoal".

Durante a coletiva de imprensa, havia policiais militares até no subsolo da igreja próximo ao auditório. A cena não é habitual no 12 de outubro em Aparecida.

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