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Serviço de compartilhamento de táxi barateia corrida em Cumbica

Projeto piloto começa nesta terça-feira

São Paulo|Vanessa Beltrão, do R7

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Objetivo é fazer com que, pelo menos, duas pessoas que vão desembarcar em horários próximos e vão para o mesmo lugar consigam dividir um táxi
Objetivo é fazer com que, pelo menos, duas pessoas que vão desembarcar em horários próximos e vão para o mesmo lugar consigam dividir um táxi

Um novo serviço promete facilitar a vida dos passageiros que desembarcarem no aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, na Grande São Paulo, e precisarem de um transporte. É o Meleva, programa criado por dois universitários com o objetivo de fazer com que pelo mesmo duas pessoas que irão para o mesmo lugar, após o desembarque, consigam dividir um táxi. O sistema terá início nesta terça-feira (18).

A responsabilidade da ligação para marcar o encontro e a divisão do táxi é de responsabilidade do próprio interessado. O Meleva só fornece o contato das pessoas.


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Segundo um dos criadores, Helder Ribeiro, o esquema funcionará da seguinte forma: a pessoa faz o seu cadastro no site do Meleva.com e depois envia um e-mail para a equipe informando a data e o horário que vai chegar.


— É um serviço para as pessoas acharem alguém com quem dividir o táxi no aeroporto. A gente pede que encaminhe a reserva e indique para onde vai e cruzamos isso com as informações de outro passageiro.

O interessado também deve enviar a confirmação da compra da passagem aérea. Isso para que a equipe tenha o localizador do passageiro. Todas as informações devem ser enviadas com uma antecedência mínima de 48h para meusplanos@meleva.com.


Após o envio, os interessados recebem uma mensagem com os contatos da outra pessoa que vai chegar no mesmo horário e ir para o mesmo local.

Para que o projeto piloto tivesse o pontapé inicial, os dois universitários fizeram uma campanha de um mês, principalmente pelas redes sociais, e conseguiram o cadastro de 5 mil interessados.


Os estudantes Helder Ribeiro e Murilo Pereira criaram o projeto há um mês. A ideia surgiu porque Helder percebeu que precisava reduzir os custos, principalmente para quem viaja de madrugada, quando os preços são mais em conta e não tem transporte público.

— Eu achava passagens baratas. Pagava R$ 80 ida e volta e só para chegar ao aeroporto, de táxi, era mais do que a passagem.

O serviço vai passar por um período de testes de um mês. Por enquanto, o Meleva vai funcionar apenas para o aeroporto de Cumbica, mas se der certo, a ideia é que seja expandido para Congonhas e outros terminais.

Sobre a segurança do processo, Helder explica.

— A principal coisa é que a gente confere a reserva com a companhia aérea. A pessoa passou por um raio-x, um detector de metal. Não vai ter essa segurança com quem você anda de ônibus.

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