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Sindicato de empresas de segurança nega que roubo de armas seja comum

Associação pede maior fiscalização de companhias clandestinas

São Paulo|Alvaro Magalhães, do R7

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O Sesvesp (Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado de São Paulo) afirma que não é comum o roubo de armas, tanto de vigilantes, como de empresas.

Em nota, a associação afirmou:

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— As companhias regulares são continuamente fiscalizadas e, além disso, encaminham à Polícia Federal, semestralmente, o relatório das armas utilizadas e cumprem todas as normas e exigências da Polícia Federal, com rigor.

A associação afirma também que as informações sobre armas no banco de dados da Polícia Federal “precisam ser constantemente atualizadas, pois com a ‘volatilidade’ do setor nem sempre elas correspondem à realidade”.

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— Além disso, é preciso um monitoramento mais frequente sobre as empresas que recebem ou perdem a autorização de funcionamento da Polícia Federal, para que este controle seja ainda mais eficaz.

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O sindicato das empresas pede ainda maior fiscalização de companhias clandestinas.

— Na opinião do setor regulamentado, uma investigação mais atuante pela Polícia Federal e a correta punição de empresas clandestinas que ajudam a expandir a insegurança e prestam um desserviço à sociedade seria um grande passo no sentido de evitar que mais pessoas desautorizadas tenham acesso às armas de fogo.

Questionada na última quinta-feira (28) sobre como as armas de empresas de segurança privada de São Paulo são fiscalizadas e sobre quantos agentes são responsáveis por essa fiscalização, a PF não respondeu.

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