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TCM aponta R$ 492 mi pagos de forma errada por parte da SPTrans

São Paulo|Do R7

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O conselheiro do Tribunal de Contas do Município (TCM) Edson Simões apontou, na quarta-feira, 20, pagamentos indevidos de R$ 492 milhões por parte da São Paulo Transporte (SPTrans), empresa da Prefeitura que gerencia os ônibus da capital, ao Consórcio Plus, grupo que atua na zona leste da cidade. O julgamento da execução dos contratos com o consórcio foi suspenso, após pedido de vistas do conselheiro João Antonio, que deve manifestar-se sobre o tema na semana que vem.

As irregularidades, segundo apuração de Simões, aconteceram no ano de 2006, durante a gestão Gilberto Kassab (PSD). Os valores citados pelo conselheiro são referentes àquele ano, mas corrigidos pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

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Relatório técnico apresentado pelo conselheiro também identificou uma série de serviços que deixaram de ser executados pelo consórcio, como a não compra de validadores de bilhete único e a não construção de uma central de monitoramento para os coletivos. O valor citado refere-se a todos os serviços que foram pagos e não foram executados. A reportagem tentou contato com o Consórcio Plus, sem sucesso.

PPP

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João Antonio e Edson Simões tiveram um embate, na sessão que apresentou o voto sobre transportes, durante discussão sobre a necessidade de a Prefeitura submeter ou não a proposta da parceria público-privada (PPP) da iluminação à Câmara. O entender de Simões é de que deve. João Antonio acha que não. O caso ainda será debatido na próxima sessão do TCM, na próxima quarta-feira, 27.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo..

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