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Vídeo mostra PM e namorada sendo espancados durante festa em SP

Agressão foi relatada em depoimento de agente de segurança no DP de Olímpia, no interior do Estado. Confusão deixou um homem morto

São Paulo|Plínio Aguiar, do R7

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Imagens de câmera de segurança mostram PM e namorada sendo agredidos
Imagens de câmera de segurança mostram PM e namorada sendo agredidos

Imagens de câmera de segurança mostram o momento em que um policial militar e sua namorada são espancados por pelo menos quatro homens dentro de uma festa, na cidade de Olímpia, no interior de São Paulo, no último domingo (15). Em seguida, o agente de segurança efetua um disparo, resultando em uma morte.

O vídeo, obtido com exclusividade pela reportagem do R7, mostra uma discussão entre a namorada do PM e um dos suspeitos. De repente, ela empurra o homem, que revida. Nesse momento, o policial militar tenta defender a namorada, mas é chutado por outro homem. Em seguida, o agente cai ao chão, onde recebe chutes.


O policial consegue se levantar, enquanto sua namorada está há pelo menos dois metros de distância sendo agredida por um homem. O PM se afasta, mas três homens o cercam — neste momento, o agente de segurança efetua um disparo. O tiro acertou Everson Luís Nunes Pereira, de 38 anos. O homem chegou a ser socorrido a UPA (Unidade de Pronto Atendimento), de onde foi transferido para a Santa Casa de Misericórdia de Olímpia, mas não resistiu aos ferimentos e morreu horas depois.

Caso


Em depoimento, o PM Torres informou que algumas pessoas começaram a agredi-lo por o reconhecerem como PM e que estavam “jogando cerveja em suas costas”. Em seguida, ao perceber que queriam tomar a sua arma, localizada na cintura, imediatamente segurou a pistola e efetuou um disparo.

Torres justifica que, “em face de sua esposa estar sendo agredida também”, ambos deixaram o local. Compareceram, então, a uma delegacia para o registro da ocorrência — neste momento, o agente diz ter tomado conhecimento de que o disparo tinha atingido uma pessoa dentro da festa, segundo as investigações do caso.


A arma de Torres, calibre 357, foi apreendida. O agente irá responder pelo crime em liberdade. O caso foi registrado como lesão corporal, disparo de arma de fogo e lesão corporal seguida de morte no 1° DP de Olímpia.

Portas fechadas

Após o ocorrido, a casa noturna comunicou o encerramento das atividades desde 16 de julho. “Agradecemos a todos, aos nossos clientes e amigos por esse um ano de apoio”, disse Wilton Faria. Por ser proprietário do estabelecimento, Faria informou que já prestou depoimento sobre o caso. Ele disse, também, que não presenciou o tumulto, nem o momento em que houve o disparo. "Não sei o que ocasionou a briga, o tiro”.

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