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Vitória Gabrielly: Casal acusado de participação no crime vai à júri

Julgamento de Bruno Marcel de Oliveira e Mayara Borges de Abrantes está marcado para 8 de novembro. Crime foi em 2018

São Paulo|Letícia Assis, da Agência Record

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Casal acusado de participação na morte de Vitória Gabrielly vai à júri popular em novembro
Casal acusado de participação na morte de Vitória Gabrielly vai à júri popular em novembro

O casal acusado de participação no crime que vitimou Vitória Gabrielly Guimarães Vaz, de 12 anos, ocorrido em Araçariguama, no interior de São Paulo, em 2018, será levado à júri no final deste ano.

De acordo com o TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo), o julgamento de Bruno Marcel de Oliveira e Mayara Borges de Abrantes foi marcado para o dia 8 de novembro, às 9h. A dupla é suspeita de ter matado a adolescente na época.

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A garota, que ficou desaparecida por oito dias, foi encontrada morta em um matagal à margem de uma estrada rural em Araçariguama.

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Júlio César Ergesse, um terceiro integrante do grupo, também foi condenado em 2019 a 34 anos de prisão pela morte de Vitória. No entanto, em maio de 2020, a Justiça de São Paulo reduziu a pena em 12 anos.

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O casal Bruno e Mayara já havia remarcado a audiência, aguardada desde a prisão em 2018. Dessa vez, o Tribunal reagendou para novembro no Fórum de São Roque, no interior do estado. Ainda segundo o TJ-SP, a audiência respeitará as medidas de isolamento e, portanto, não será permitida a presença de público no plenário. O processo tramita em segredo de justiça.

O caso

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Vitória Gabrielly desapareceu após sair para andar de patins perto do ginásio de esportes, no dia 8 de junho de 2018. O caso mobilizou e comoveu a população de Araçariguama.

A polícia e os moradores se mobilizaram em buscas pela garota. O corpo foi encontrado oito dias depois, em um matagal, às margens de uma estrada rural. Ela havia sido amarrada antes de ser morta.

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Após 11 horas de julgamento, os jurados acataram a tese da acusação de que o pedreiro Júlio César Ergesse teve papel decisivo no assassinato da garota. Ele foi condenado a 34 anos de prisão.

No entanto, a Justiça de São Paulo reduziu de 34 para 23 anos e 4 meses a prisão do pedreiro.

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