Brasil reduz mortes prematuras por doenças crônicas, mas de forma desigual
Melhorias no acesso à saúde e a expansão de políticas de prevenção explicam a queda verificada nos últimos 30 anos
Saúde|Do R7
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Uma pesquisa da Fiocruz, em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais, Universidade de Brasília e Universidade de Washington, mostrou uma redução percentual das mortes prematuras, que ocorrem na faixa etária entre 30 e 69 anos, por doenças crônicas não transmissíveis nos últimos 30 anos.
Melhorias no acesso à saúde e a expansão de políticas de prevenção explicam a queda. O cardiologista Rodrigo Almeida Souza, em entrevista ao Hora News, explicou que esse fenômeno se deu de maneira desigual em diferentes regiões do país.
“Esse estudo fala também a respeito de um acesso maior aos sistemas de saúde ou aos serviços de saúde, medicamentos mais modernos, tratamentos mais efetivos. A redução na mortalidade por essas doenças vem ocorrendo de forma desigual no nosso país [...] obviamente que o Sul e Sudeste, até por terem maior disponibilidade de profissionais e de serviços de saúde, observaram uma redução mais efetiva na mortalidade, mas isso ocorre muito mais lentamente quando falamos das regiões Norte e Nordeste”, alertou o especialista.
Souza ainda que explicou que, compreender os valores das respectivas disfunções de saúde como pressão, peso, glicose, colesterol ou triglicerídeos, é de suma importância para que, na primeira evidência de uma alteração, possam ser tomadas as medidas necessárias para o controle adequado.
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