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Casos de Mpox se espalham principalmente por contato sexual, diz infectologista

Mirian Dal Ben faz alerta sobre novos surtos da doença e explica sintomas e tratamentos

Saúde|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Após o Carnaval, houve um aumento significativo de diagnósticos de Mpox em São Paulo e no Brasil.
  • A doença não é considerada sexualmente transmissível, mas sua transmissão ocorre pelo contato com secreções e lesões na pele.
  • Os sintomas iniciais se assemelham a uma gripe e incluem surgimento de lesões que evoluem para bolhas e casquinhas.
  • A vacinação é recomendada para grupos vulneráveis, como crianças menores de seis anos e pessoas imunossuprimidas.

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O estado do Ceará confirmou o terceiro caso de infecção por Mpox em 2026. Pelo Brasil inteiro, vários diagnósticos da doença têm sido realizados. A infectologista do hospital Sírio-Libanês Mirian Dal Ben associa o Carnaval com a alta.

Segundo ela, a virose era antigamente relacionada ao contato com animais silvestres. Porém, desde 2022 houve uma explosão de casos registrados, tendo o contato sexual como principal forma de contágio. Mirian aponta que, apesar de não ser uma infecção sexualmente transmissível, a transmissão se dá por meio do contato com as secreções e lesões do portador.


Um conta-gotas com um líquido rosa é inserido por um cientista em um bloco gradeado.
Mais de mil casos foram registrados no Brasil em 2025; após o Carnaval, uma alta nos diagnósticos foi notada Reprodução / Record News

“Em 2025 no Brasil, tivemos mais de mil casos. Agora em 2026, já temos mais de cem casos. Depois do Carnaval, muitos diagnósticos foram feitos aqui na cidade de São Paulo”. A infectologista declarou, no Link News desta quarta (25), que o período de incubação da Mpox dentro do corpo costuma ser entre 13 e 14 dias e que os primeiros sintomas se assemelham a uma gripe comum.

“Aí começam a surgir essas lesões. No começo são bolinhas vermelhas [...] que depois ficam preenchidas de pus. [...] Depois viram lesões com casquinha e pipocam no corpo inteiro”, completa. Ao mesmo tempo, ela afirma que o período para a pele voltar ao normal é de três a quatro semanas.


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Os métodos de prevenção consistem em evitar contato com os pacientes e fazer diagnósticos precoces. Mirian também destaca que os grupos mais vulneráveis à Mpox são crianças menores de seis anos e pessoas imunossuprimidas. Para estas, a doutora recomenda a vacinação: “Temos a vacina disponível no Brasil para pessoas que fazem uso da profilaxia pré-exposição para HIV”.

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