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Entenda o que torna os jovens mais vulneráveis a certos tipos de câncer

Seis tipos de câncer têm aumentado entre população mais nova; oncologista analisa fatores

Saúde|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Estudo de Harvard indica aumento de seis tipos de câncer entre jovens: colorretal, cervical, pancreático, de próstata, renal e mieloma múltiplo.
  • Hábitos como sedentarismo, má alimentação e alcoolismo contribuem para a vulnerabilidade dos jovens ao câncer.
  • Crescimento nos diagnósticos e a redução da idade para exames de detecção são fatores que impactam as estatísticas atuais.
  • Avanços nos tratamentos oferecem melhores opções para os jovens, que devem se manter atentos, mas sem entrar em pânico.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Um estudo de Harvard revelou que seis tipos de câncer têm aumentado e se tornado mais mortais especificamente entre a população jovem, que tende a manifestar formas mais agressivas da doença. Estão na lista os tumores do tipo colorretal, cervical, pancreático, de próstata, renal e mieloma múltiplo.

O oncologista Helio Pinczowski atribui os números a uma mudança de comportamento entre as gerações. Ainda que os mais velhos sejam considerados mais vulneráveis, hábitos como sedentarismo, má alimentação e alcoolismo facilitam o surgimento de cânceres entre os mais novos.


Médicos examinam figura no computador
Diagnóstico precoce é essencial para tratamentos eficazes Reprodução/Record News

Mas um crescimento nos diagnósticos também é responsável por inflar as estatísticas. “O padrão até recentemente”, diz o médico em entrevista ao Hora News, “era você fazer pelo menos uma colonoscopia aos 50 anos. Devido a essa mudança epidemiológica, hoje essa idade vem diminuindo.”

Ele destaca a importância de ampliar o acesso a exames de detecção, e reforça a necessidade de conscientização para que diagnósticos precoces sejam possíveis. Em paralelo aos novos hábitos, Pinczowski também nota uma mudança positiva nos tratamentos médicos, que hoje podem proporcionar muito mais qualidade de vida.


“É um dado importante essa mudança epidemiológica, mas ao mesmo tempo nós temos boas notícias do ponto de vista de tratamento”, reflete. Para aqueles que mantêm uma rotina saudável, os dados valem a atenção, mas não devem ser motivo de desespero. “Acho que estamos num momento de muito crescimento no conhecimento e de novas terapias cada vez melhores”, conclui o médico.

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