Para combater ‘pobreza menstrual’, Ministério da Saúde muda abordagem em programa de distribuição de absorventes
Com baixa adesão, pasta buscou utilizar disparo de mensagens na tentativa de comunicar mais mulheres
Saúde|Do R7, com RECORD NEWS
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
O Ministério da Saúde mudou a abordagem às mulheres atendidas no projeto de distribuição de absorventes após a baixa adesão, algo que preocupa o órgão em um país onde 15 milhões de mulheres não têm acesso adequado a produtos de higiene. Com o disparo de mensagens aos celulares, o órgão viu o número de atendimentos diários subir de 9.800 pessoas para 21.500.
São elegíveis ao benefício de 40 absorventes a cada 56 dias mulheres entre 10 e 49 anos, com renda de até R$ 218 por mês e cadastradas no CadÚnico. Com os atendimentos, o projeto também busca combater outro problema: a ausência de mulheres nos postos de trabalho por falta de dinheiro para absorventes causa um prejuízo anual de R$ 2,4 bilhões ao país.
“Muitas vezes a ausência desse absorvente faz com que uma menina não vá à escola, falte na aula, fique envergonhada na aula, não vá no local de trabalho, não procure uma entrevista de emprego. Ou seja, às vezes é um limitador para o dia a dia dessas mulheres. A gente só vai descansar quando todas as 24 milhões estiverem sabendo, tirarem suas dúvidas, poderem ter acesso a esse direito garantido pelo SUS”, aponta o ministro da pasta, Alexandre Padilha.
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