YouTube encerra maior transmissão ao vivo da história da plataforma

Canal de música ficou ativo por mais de 13 mil horas seguidas e acumulou 218 milhões de visualizações ao longo de três anos

Canal ChilledCow transmitiu músicas do estilo “LoFi” por mais de 13 mil horas seguidas

Canal ChilledCow transmitiu músicas do estilo “LoFi” por mais de 13 mil horas seguidas

Divulgação/Youtube

O YouTube encerrou nesta semana o vídeo ao vivo com maior duração da história da plataformaw. O canal ChilledCow transmitiu músicas do estilo “LoFi” por mais de 13 mil horas seguidas e acumulou 218 milhões de visualizações ao longo de três anos.

A plataforma retirou o vídeo do ar e baniu o canal que hoje tem 4 milhões de inscritos do mundo todo.

A livestream funcionava como uma rádio pirata dentro do YouTube e, teoricamente, tocava apenas músicas sem direitos autorais e disponíveis gratuitamente. Porém, Dimitri, 23 anos, o dono do canal, postou no Twitter que recebeu uma notificação alegando que seu canal estava infringindo as diretrizes da plataforma.

Ao perceberem que o vídeo saiu do ar, o público se revoltou e pediu que a decisão fosse revogada.

Ao longo dos três anos que ficou na plataforma tocando 24 horas por dia, o chat do vídeo se tornou uma comunidade em que pessoas conversavam enquanto ouviam as músicas.

Youtube assumiu o erro

“Nosso time confirmou que o erro foi nosso e o canal vai voltar ao ar. Sentimos muito pelo ocorrido”, afirmou o YouTube afirmou em declaração no Twitter.

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“Minha conta foi banida, obrigado do fundo do coração a pelo tremendo suporte de todo a comunidade”, afirmou Dimitri.

Outros canais que fazem o mesmo tipo de transmissão também passam por problemas com direitos autorias ou por conta das músicas ou pelos GIFs que rodam infinitamente nos vídeos.

Canal já está na ativa novamente

O ChilledCow retornou com a livestream dois dias depois de ser derrubado, no 25 de fevereiro. Em agosto de 2017 o vídeo também foi derrubado após o Studio Ghibli assumir a autoria do GIF usado.

*Estagiário R7, sob supervisão de Pablo Marques

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