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PSC decide manter pastor Marco Feliciano na presidência da Comissão de Direitos Humanos

Nesta terça-feira, manifestantes protestaram contra o deputado federal em Brasília

Brasil|Marina Marquez, do R7, em Brasília

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Apesar dos protestos, deputado Marco Feliciano vai presidir Comissão
Apesar dos protestos, deputado Marco Feliciano vai presidir Comissão

A bancada do PSC (Partido Social Cristão) decidiu manter o pastor Marco Feliciano (PSC-SP) na presidência da CDHM (Comissão de Direitos Humanos e Minorias) da Câmara dos Deputados. Os parlamentares do partido se reuniram nesta terça-feira (12) e a decisão foi unânime.

Feliciano enfrenta forte resistência popular e de alguns parlamentares na Câmara dos Deputados porque é acusado de racismo, preconceito, homofobia, entre outras coisas. 


De acordo com o líder do partido na Câmara, André Moura (SE), as manifestações a favor e contra o pastor foram colocadas em discussão, mas a bancada foi unânime no apoio ao parlamentar.

— Regimentalmente, não há nada que impeça o parlamentar indicado de assumir. A CDHM é composta por 18 deputados e se o presidente não cumprir com os seus compromissos, nós, a bancada do PSC, seremos os primeiros a exigir sua renúncia.


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Mais cedo, um grupo formado por integrantes de movimentos sociais protestou contra a eleição de Feliciano para a presidência da Comissão no Congresso em Brasília.


Eles ocuparam o Salão Negro da Câmara dos Deputados e, com narizes de palhaço, faixas de protesto e bandeiras do movimento gay, gritaram palavras de ordem, pedindo a destituição de Feliciano da presidência da CDHM.

Feliciano é acusado de ter dado declarações racistas e homofóbicas nas redes sociais e, por isso, é alvo de protestos. Manifestantes não aceitam que ele seja o presidente da Comissão de Direitos Humanos, alegando que a postura do parlamentar não é coerente com a de um defensor das minorias.

Também nesta terça-feira, alguns parlamentares que integram a Comissão de Direitos Humanos entraram com um pedido no STF (Supremo Tribunal Federal) para pedir a anulação da sessão que elegeu Feliciano presidente do órgão.

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