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Lula deve tomar vacina bivalente contra Covid nesta segunda para divulgar campanha

A previsão é que o presidente participe, ao lado da ministra da Saúde, de ato que ocorre na UBS 1 do Guará, no DF

Brasília|Bruna Lima, do R7, em Brasília

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Lula tomará a vacina bivalente contra a Covid-19 para reforçar doses anteriores
Lula tomará a vacina bivalente contra a Covid-19 para reforçar doses anteriores

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve se vacinar, nesta segunda-feira (27), contra a Covid-19 com uma dose atualizada da Pfizer. Trata-se da versão bivalente, que oferece proteção tanto contra a variante original do vírus quanto contra cepas que surgiram depois, como é o caso da Ômicron.

A aplicação marca o lançamento da Mobilização Nacional pela Vacinação, que pretende incentivar a população a se vacinar contra a Covid e outras doenças que podem ser prevenidas com imunizantes incluídos no Plano Nacional de Imunização. 

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"A iniciativa prevê ações para ampliar as coberturas de todas as vacinas disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS). Nesta primeira etapa, a imunização contra a Covid-19 terá reforço para os grupos prioritários em todo o país", destaca o Ministério da Saúde.

O ato está marcado para as 15h, na Unidade Básica de Saúde (UBS) 1, do Guará, no Distrito Federal. A ministra da Saúde, Nísia Trindade, e a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente da pasta, Ethel Leonor Noia Maciel, também estarão presentes. 

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Vacina bivalente

A versão atualizada da vacina contra a Covid começa a ser aplicada em todo o país a partir desta segunda-feira (27). No Distrito Federal, serão disponibilizadas doses em 84 Unidades Básicas de Saúde (UBS), com funcionamento das 8h às 17h.

O reforço com a vacina bivalente da Pfizer será destinado a grupos prioritários estabelecidos pelo governo. A exigência é que a pessoa tenha tomado ao menos duas doses dos imunizantes disponíveis até então. A aplicação será feita a partir de quatro meses da última dose. 

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Nessa primeira fase serão atendidas pessoas com mais de 70 anos, residentes em instituições de longa permanência, indivíduos imunocomprometidos, moradores de comunidades indígenas, ribeirinhas e quilombolas. 

Segundo o diretor do Departamento de Imunizações do Ministério da Saúde, Éder Gatti, o governo garantiu 49 milhões de doses da vacina atualizada para atender às prioridades. Estão incluídas, ainda, pessoas a partir de 60 anos; gestantes e puérperas; e profissionais de saúde. Esses grupos serão atendidos em fases posteriores. A meta da pasta é vacinar 90% dessa população.

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"A ideia é garantir vacinação de reforço com bivalente para os grupos prioritários logo agora no começo do ano. São justamente as pessoas que têm maior risco de se expor e de morrer por Covid-19", disse Gatti, durante a 1ª Reunião da Comissão Intergestores Tripartite de 2023, no fim de janeiro. 

Além do reforço com o imunizante bivalente, o governo vai usar a campanha para aumentar a cobertura vacinal de indivíduos que não completaram o esquema primário.

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