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Economistas mantêm projeção da taxa de juros em 10,50% até o fim de 2014

Primeira reunião do ano do Copom para definir a nova Selic acontece esta semana

Economia|Do R7

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Para os analistas, os preços também devem continuar subindo e a inflação deve chegar a 6,0% este ano
Para os analistas, os preços também devem continuar subindo e a inflação deve chegar a 6,0% este ano

Economistas de instituições financeiras mantiveram a projeção da taxa básica de juros, a Selic, em 10,50% até o fim deste ano e um câmbio em R$ 2,45. Os números estão no novo relatório Focus divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira (13).

Os analistas também preveem que a taxa de juros suba para 10,25% já este mês. Atualmente a Selic está em 10%. A primeira reunião do ano do Copom (Comitê de Política Monetária) para definir o novo valor acontece nesta terça (14) e quarta (15).


Para 2015, as estimativas subiram para uma taxa básica de juros em 11,50%, acima dos 11,25% da semana passada. Os economistas também apostaram em um câmbio de R$ 2,47 no ano que vem.

Já em relação o crescimento da economia brasileira, os economistas acreditam que este ano será de 1,99%, acima do 1,95% da semana passada. Porém, os analistas reduziram a projeção para o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) de 2,50% para 2,48% em 2015.


A projeção de crescimento da produção industrial também é pequena e deve ficar em 2,20% este ano. A expectativa em relação à inflação também não é nada animadora e os preços devem continuar subindo. Para os analistas, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) deve fechar o ano em 6,0%.

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Pressionado principalmente pelo preço dos alimentos, o IPCA fechou 2013 com alta de 5,91%, dentro da meta oficial, mas acima do resultado de 2012. O dado foi divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) na última sexta-feira (10).

Com isso, 2013 marcou o quarto ano seguido em que a inflação brasileira fica próxima ou acima de 6%. Em 2010, a inflação medida pelo IPCA ficou em 5,91% e chegou a 6,50% em 2011 e a 5,84% em 2012. A meta do governo é de 4,5%, com tolerância de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

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